Festa
No passado dia 5 houve, o que foi verdadeiramente, a festa de arranque do verão, que como já é tradicional coincide com o aniversário da minha grande amiga Rita e que acontece sempre na praia, ou nas suas imediações.
Este ano não foi diferente exceptuando na forma de organização, pois desta vez houve um grande grupo que se coordenou de forma incrível para conseguir que tudo estivesse pronto a tempo e horas. Depois de quilos de mails e inúmeras outras contagens e listas, chegou a altura do grande jantar sendo que eu, e alguns dos meus companheiros masculinos, fomos colocados todos juntos num dos cantos da mesa. Talvez tenha sido feito com a intenção de nos restringir e prevenir de causar qualquer má figura e escândalo no jantar. O problema é que todos juntos somos bem piores e a nossa vontade de arruaçar era mais alta, assim como a minha voz, por isso não passámos despercebidos e isso notou-se bem na quantidade de brindes e fotografias que fomos fazendo ao longo do jantar.
É claro que esses brindes acenderam muito os nossos ânimos, e mesmo nos momentos mais calmos nós continuávamos em festa, só conseguimos acalmar quando nos foi servida a salada de fruta, que por alguma razão só foi servida inicialmente naquela ponta da mesa. Só nessa altura, com outro líquido que não alcoólico, conseguimos ficar calados e foi também essa a altura do discurso da aniversariante.
Discurso emotivo e bonito, abrilhantado por um presente dirigido a todos nós, curiosamente um foto com cada um dos presentes, o mesmo que cada um lhe tinha oferecido. Há coisas fantásticas não há?
No fim, e depois de me terem roubado duas vezes, consegui finalmente provar o tão afamado bolo e confirmo que estava divinal, pois acabei por repetir três vezes!
No final do jantar passamos para o andar de baixo para continuar a festa, mas tivemos azar porque o DJ era careta e não passou nada de jeito. Sem música e sem álcool a festa começou a perder-se, embora o espaço estivesse a encher.
Já um pouco de rastos e em hora avançada recolhemos ao local de descanso, a casa da Kátia, que gentilmente decidiu nos acolher.
Ao chegar com a tralha toda, e estando já a acomodar-me na sala, eis que sou informado que estando com o estatuto de casal deveria dirigir-me para um quarto. Nada mau. Ao chegar ao quarto sou igualmente informado que terei de o partilhar com um casal. "Lá vou ter de dormir no chão com o Rui" pensei eu, mas afinal não, sendo casal dormes junto da respectiva e sendo a respectiva dona da casa tens direito a dormir na cama. Espectacular!
Isto dos convívios em casal é toda uma dinâmica que desconhecia.
O plano inicial para o dia seguinte, era ir para a praia cedo, mas assim nem teríamos ido à cama, pelo que acordamos já com o sol alto e só depois da casa arrumada e pequeno almoço no bucho seguimos para a praia.
Depois de muito procurar e escalar, lá encontramos um espaço para as toalhas, com o bónus de já ter castelos de areia e poças feitas, o que dá sempre muito jeito quando se está na praia. Infelizmente a água estava fria como o raio, mas para compensar havia bastante espaço para a jogar à bola.
Enquanto os rapazes mais uma infiltrada jogavam, as raparigas tomavam conta das coisas contra o avanço da água, mas depois de muito fugir da água já estávamos encostados às rochas e com mais uma onda a chegar perto, foi dado por terminado o dia de praia.
Foi então altura dos apreciadores de vermes rastejantes se deliciarem, enquanto as pessoas mais normais comiam gelados ou então bifanas. No fim lá tivemos de levar com a bela da fila no regresso a casa, já apanágio das viagens de regresso da costa, mas sem dúvida que foram dois dias bem passados.
Este ano não foi diferente exceptuando na forma de organização, pois desta vez houve um grande grupo que se coordenou de forma incrível para conseguir que tudo estivesse pronto a tempo e horas. Depois de quilos de mails e inúmeras outras contagens e listas, chegou a altura do grande jantar sendo que eu, e alguns dos meus companheiros masculinos, fomos colocados todos juntos num dos cantos da mesa. Talvez tenha sido feito com a intenção de nos restringir e prevenir de causar qualquer má figura e escândalo no jantar. O problema é que todos juntos somos bem piores e a nossa vontade de arruaçar era mais alta, assim como a minha voz, por isso não passámos despercebidos e isso notou-se bem na quantidade de brindes e fotografias que fomos fazendo ao longo do jantar.
É claro que esses brindes acenderam muito os nossos ânimos, e mesmo nos momentos mais calmos nós continuávamos em festa, só conseguimos acalmar quando nos foi servida a salada de fruta, que por alguma razão só foi servida inicialmente naquela ponta da mesa. Só nessa altura, com outro líquido que não alcoólico, conseguimos ficar calados e foi também essa a altura do discurso da aniversariante.
Discurso emotivo e bonito, abrilhantado por um presente dirigido a todos nós, curiosamente um foto com cada um dos presentes, o mesmo que cada um lhe tinha oferecido. Há coisas fantásticas não há?
No fim, e depois de me terem roubado duas vezes, consegui finalmente provar o tão afamado bolo e confirmo que estava divinal, pois acabei por repetir três vezes!
No final do jantar passamos para o andar de baixo para continuar a festa, mas tivemos azar porque o DJ era careta e não passou nada de jeito. Sem música e sem álcool a festa começou a perder-se, embora o espaço estivesse a encher.
Já um pouco de rastos e em hora avançada recolhemos ao local de descanso, a casa da Kátia, que gentilmente decidiu nos acolher.
Ao chegar com a tralha toda, e estando já a acomodar-me na sala, eis que sou informado que estando com o estatuto de casal deveria dirigir-me para um quarto. Nada mau. Ao chegar ao quarto sou igualmente informado que terei de o partilhar com um casal. "Lá vou ter de dormir no chão com o Rui" pensei eu, mas afinal não, sendo casal dormes junto da respectiva e sendo a respectiva dona da casa tens direito a dormir na cama. Espectacular!
Isto dos convívios em casal é toda uma dinâmica que desconhecia.
O plano inicial para o dia seguinte, era ir para a praia cedo, mas assim nem teríamos ido à cama, pelo que acordamos já com o sol alto e só depois da casa arrumada e pequeno almoço no bucho seguimos para a praia.
Depois de muito procurar e escalar, lá encontramos um espaço para as toalhas, com o bónus de já ter castelos de areia e poças feitas, o que dá sempre muito jeito quando se está na praia. Infelizmente a água estava fria como o raio, mas para compensar havia bastante espaço para a jogar à bola.
Enquanto os rapazes mais uma infiltrada jogavam, as raparigas tomavam conta das coisas contra o avanço da água, mas depois de muito fugir da água já estávamos encostados às rochas e com mais uma onda a chegar perto, foi dado por terminado o dia de praia.
Foi então altura dos apreciadores de vermes rastejantes se deliciarem, enquanto as pessoas mais normais comiam gelados ou então bifanas. No fim lá tivemos de levar com a bela da fila no regresso a casa, já apanágio das viagens de regresso da costa, mas sem dúvida que foram dois dias bem passados.
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