quarta-feira, 30 de julho de 2008

No dia que bebi dois cafés

Como em quase todas as sextas, os "mais dez minutos" na cama alongaram-se e como em quase todas as sextas, lá chego um pouco mais tarde que o normal. O cansaço da semana acumula-se, mas por outro lado a alegria de ser sexta ajuda a não esmorecer totalmente.
Como em quase todas as sextas a meio da manhã tenho de parar para molhar a cara e beber um café. É inevitável, sendo sexta é preciso um suplemento para conseguir aguentar o dia até ao fim, ainda por cima com um aniversário e sem previsão de horário para chegar a casa.
Findo o trabalho e chego a casa ainda com esperança de fechar o olho por algum tempo, mas a intenção saiu frustrada pois há coisas para arrumar e organizar, ainda para mais o encontro para o jantar é mais cedo que o pensava o que arruma por completo as intenções de conseguir bater uma sorna antes.
Preparações feitas e lá sigo para um jantar incrível e memorável, onde não faltou boa disposição, boa comida e muita bebida!
Honestamente perdi a noção do tempo enquanto estive dentro daquele restaurante, parece que foram dias que lá estive, sempre a comer, a beber e a rir!
No fim achei por bem beber mais um café para afugentar o sono que persistia em constantemente fazer-me bocejar, era isso ou então adormecer a meio caminho.
Daí para a frente foi sempre a bombar até às 4h da manhã, mais uma vez sem ter noção das horas, mas com muita bebida, música e alegria! A noite estava agradável e isso convidava à festa!
Mas como tudo que é bom tem de terminar, lá tivemos de dar por encerrada a festa e por-nos a caminho de casa.
À vinda sou o eleito para trazer o carro, pois sou aquele que em melhores condições estou, ou então porque não há mais ninguém habilitado a tal.
Foi uma noite bem passada e bem regada. Daquelas como há muito não havia e que deixam sempre saudades!
Tudo isto no dia em que bebi dois cafés.

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