quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Regresso

Afinal o dia estava atrasado, mas apenas na concretização. Na vontade, há muito que esse dia devia ter chegado, mas a preguiça, a moleza, as outras coisas deixaram com que este espaço se perdesse no tempo.
Mas não devia.
Apesar de todas as outras formas de comunicação e interacção, esta é aquela que perdura. Aquilo que digo e mostro não se perde no meio de tanta quinta, máfia ou cafés, não se apaga quando a memória esgota. Não está limitada em caracteres. Aqui o que digo, o que sinto, permanece e perdura, serve de lição e registo daquilo que fui e passei.
Sabe bem caminhar por recordações, perceber como estava, o que sentia e ver o que mudou, ou que ficou na mesma.

Estou presente em várias plataformas, de diferentes maneiras, mas vir aqui é como chegar a casa. O canto que é nosso e que gostamos de cuidar. Ultimamente não tem havido tempo, não tem sido fácil vir aqui, mas o bom filho à casa torna.
Não devia ter deixado este espaço ao abandono, por todos que o seguiam, mas sobretudo por mim.
Está na hora de dar uns retoques, pegar onde fiquei e paulatinamente recuperar o tempo e espaço perdido.

Hoje é o dia.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Hoje é o dia

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O adeus de um Senhor

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Nickelback - "Far Away"

This time, This place
Misused, Mistakes
Too long, Too late
Who was I to make you wait
Just one chance
Just one breath
Just in case there's just one left
'Cause you know,
you know, you know

That I love you
I have loved you all along
And I miss you
Been far away for far too long
I keep dreaming you'll be with me
and you'll never go
Stop breathing if
I don't see you anymore

On my knees, I'll ask
Last chance for one last dance
'Cause with you, I'd withstand
All of hell to hold your hand
I'd give it all
I'd give for us
Give anything but I won't give up
'Cause you know,
you know, you know

That I love you
I have loved you all along
And I miss you
Been far away for far too long
I keep dreaming you'll be with me
and you'll never go
Stop breathing if
I don't see you anymore

So far away
Been far away for far too long
So far away
Been far away for far too long
But you know, you know, you know

I wanted
I wanted you to stay
'Cause I needed
I need to hear you say
That I love you
I have loved you all along
And I forgive you
For being away for far too long
So keep breathing
'Cause I'm not leaving you anymore
Believe it
Hold on to me and, never let me go
Keep breathing
'Cause I'm not leaving you anymore
Believe it
Hold on to me and, never let me go
Keep breathing
Hold on to me and, never let me go
Keep breathing
Hold on to me and, never let me go

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

É impressão minha..

..ou a possibilidade dos telemóveis de tocar mp3 em alta voz é a morte anunciada aos rádios gigantes com que alguns indivíduos adoravam passear-se na praia?

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Um chapéu

Com dias escuros e negros como o breu, era por demais obrigatório e imperativo que qualquer um se fizesse acompanhar pelo belo acessório do chapéu de chuva.
Obviamente que no início a escolha recaiu sobre um daqueles pequenos, que ao carregar no botão geram um espectáculo de luz e cor ao se desabrochar artisticamente. Acontece que, apesar do espectáculo, o tamanho reduzido não prometia grande eficácia, e com as condições a piorar ao longo dos dias não se adivinhava futuro risonho para o pequeno chapéu.
Por isso a opção teve de recair num mais tradicional, que apesar de maior, assegurava maior sucesso.

Após uma breve análise às opções disponíveis em casa, descobri que a minha mãe tem várias opções mas para um elemento masculino da casa as escolhas são bem reduzidas. Sendo assim tive de optar por aquele com o ar menos feminino.
Depois de escolhido foi altura de o por à prova, durante dias cumpriu o seu objectivo conseguido fazer com que a chuva que me era dirigida, não causasse grande moça. Mas o teste era simples, a chuva era fraquinha e por isso era de esperar que o chapéu conseguisse aguentar o esforço.

Mas certo dia, durante o percurso para o comboio eis que surge novamente a chuva e o chapéu ganha nova oportunidade de brilhar, o problema foram as duas rajadas de vento que em menos de 5 segundos puseram um fim trágico à história deste chapéu. Essas duas rajadas puseram também fim à chuva que tinha iniciado 30 segundos antes, pelo que tivesse o chapéu conseguido aguentar mais um pouco e teria passado incólume. Infelizmente não foi o caso e depois de entregue a sua alma ao criador, eu entreguei os seus restos ao contentor mais próximo.

Moral da história, perdeu-se um chapéu e ganhou-se uma molha. No entanto desde desse dia que não chove e por cada raio de sol sinto que o valente chapéu conseguiu cumprir o seu propósito.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

It's a new day

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Simplesmente Kátia

Há muitas coisas que podem ser ditas em vários momentos, há várias situações que nos causam diversas sensações, mas encontrar um denominador comum para aquelas em que estamos bem nem sempre é fácil.
Para mim neste caso é simples. Esse denominador és tu! E tens sido o denominador ao longo destes 12 meses. Pouco tempo, mas ao mesmo tempo já parece muito, mas em cada dia tu fazes-me estar realmente bem, tu fazes-me estar realmente feliz.

Sinto-me contente e alegre por estar ao teu lado, e muitas vezes não te digo a imensa alegria que sinto quando estou contigo.

Não sei como colocar em palavras aquilo que me fazes sentir, nem aquilo que passo contigo. São momentos únicos e indescritíveis e que ficam marcados no coração. És uma pessoa incrível e impressionante, divertida e bem disposta, brincalhona e alegre e contagias todo e qualquer um que esteja ao teu lado!
O teu empenho e profissionalismo são de louvar, acabas por levar todos ao teu lado a querer superar-se, a exigir mais e a procurar ser melhor em todos os aspectos, porque ser normal não basta.
Porque o amor é isto, e muito mais, todos os dias fico agradavelmente surpreso com o que descubro e encontro em ti, e é impressionante como essa surpresa continua dia após dia!

Já fizemos imensas coisas, e o mais engraçado é que temos sempre qualquer coisa nova para fazer juntos, e mesmo que às vezes tenhamos de fazer a mesma coisa, conseguimos transformar em algo completamente diferente e divertido.

Houve um dia em que me questionas-te se me fazias mais feliz ou mais triste. Se me tinhas proporcionado momentos mais felizes ou mais tristes. Foi um bom exercício de memória, e o no fim o saldo é claramente positivo. Tens um feitio complicado, às vezes difícil e intransigente e por isso volta e meia há choque, mas apelando à lei universal da atracção das massas as coisas conseguem voltar ao seu ciclo natural. Pelo corolário da lei anunciada, se percebe a minha vontade de querer estar contigo, pois é impressionante como me sinto bem a teu lado, é impressionante a alegria que tenho no coração por estar ao teu lado. Por ver o teu sorriso a cada besteira que digo, ou ouvir as estridentes gargalhadas quando uma das besteiras até tem graça.

Ao longo deste tempo consigo perceber que foste ganhando hábitos comigo, alguns não muito positivos mas noutros até consegues surpreender. Mas não foste só tu, eu também fiquei assim.
Estou habituado a ter alguém que me contrarie, que me motive, que não aceita um não meu, que me chateia com as cenas mais parvas, mas também mais engraçadas, que não me larga e que me convida para tudo e mais alguma coisa, que me liga de manhã, tarde e noite para falar de tudo e mais alguma coisa (apesar de muitas vezes termos estado o dia todo juntos), ao mesmo tempo que pinta as unhas, que vê televisão, que conduz e buzina a quem passa, que conduz e manda vir com quem se meteu à frente do carro e, incrivelmente, a conversa nunca se esgota.
Estou habituado a ter alguém encostada a mim, no início de rabo empinado é certo, mas felizmente que já fui capaz de te ensinar a dar um abraço a sério e sabem tão bem.
Apesar de ser mais eu que dou abraços, apesar da tendência de fugires logo a seguir, sei sempre que voltas para mais um.
Estou habituado ao teu cabelo, comprido ou curto, solto ou apanhado, atrás das orelhas ou a cair sobre o rosto, estou habituado ao cheiro do teu cabelo e ao cheiro do Dê kapa éne epislon e do perfume que cheiraste no aeroporto mas que não sabes o nome.
Estou habituado a que falarmos de tudo, (e quando se diz tudo é mesmo tudo!).
Estou habituado (apesar de não apreciar), que teimes sempre por tudo e por nada porque achas que tens sempre razão, mas de vez em quando lá tens de dar o braço a torcer e algumas das vezes até pedes desculpa em voz baixa.
Estou habituado à tua simplicidade, à tua generosidade, ao teu carinho e a tua maneira de ser.
Estou habituado ao teu sorriso, ao teu rosto, ao teu corpo. Estou habituado a ti.
Agora vou ter de me ir habituando a ter concorrência no stand-up e a algumas piadas de gosto duvidoso sobre a minha pilosidade capilar. Parece que na convivência diária alguma da minha piada passou para o outro lado.

Fui-me habituando a crescer contigo ao longo deste ano e quero continuar assim. Ao teu lado na descoberta do amor e de um futuro construído a dois. Certamente que haverão obstáculos e dificuldades pelo caminho, mas sem isso o futuro não ia ter tanta piada.
Obviamente que há coisas que gostaria de ter feito de maneira diferente, mas observando o resultado final fico contente por ter feito da maneira que fiz, pois isso significou estar ao teu lado neste dia.
Obrigado.

Where the hell is Matt?

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Trabalhar, trabalhar, trabalhar II

E como hoje é dia de festa, nada como aproveitar as regalias aqui do departamento. Depois de um cafézinho por conta da casa, estou agora a degustar um belo moscatel e a seguir ainda tenho um Porto dry white para experimentar.
Só falta o bolo-rei.

Trabalhar, trabalhar, trabalhar

Neste momento estou sozinho, mas mesmo sozinho no piso 4 do edifício da CML e não deixa de haver um certo sentimento de profissionalismo e de estupidez ao mesmo tempo.

Mas é da maneira que a net está rápida e posso ouvir música sem phones nos ouvidos.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Madcon

Assim do nada recebo uma chamada que apela ao fim dos ensaios no duche e me impele a mostrar os meus dons vocais e cantar a música Beggin' dos Madcon, para poder estar presente no concerto que teria lugar no LX Factory.
Estando eu em pleno local de trabalho, a minha reacção foi de espanto, não tinha possibilidade de conseguir fazer o que me era pedido ali mesmo, por isso os primeiros segundos foram de silêncio para relembrar o refrão e de seguida cantei, perdão, sussurrei o refrão na tentativa de conseguir ficar alguma coisa na gravação e de não fazer figuras ainda mais parvas que o habitual.

Obviamente que terminada a chamada não havia nenhuma esperança de ganhar o que quer que fosse com aquela prestação e o assunto caiu no esquecimento.
Mas eis que na véspera do concerto sou alertado para o facto de ter vencido o passatempo, algo que ainda não hoje não percebo como aconteceu.
Aproveito a boleia concedida pelos dos júris surdos da tmn e lá vou eu mais a cara metade ao concerto.

Como bons portugueses, chegámos depois da hora combinada e se calhar por isso levámos com uma fitinha rosa que ficou a matar. Tento procurar um bom lugar para o concerto, mas sou imediatamente puxado para as imediações da zona vip, mas toparam logo que éramos indivíduos da Amadora então tivemos de ficar à porta.

O concerto, ou melhor, o showcase foi engraçado, num espaço pequeno que originou grande proximidade com o palco, mas com apenas 5 músicas soube a pouco. Acho que eu e todos que lá estavam esperavam um pouco mais de música. Tivemos de nos contentar com o DJ que se seguiu e com uma demonstração de dança para ocupar um pouco mais o tempo. Depois disso foi fechar a loja e seguir para casa.
No caminho recebemos umas gomas em forma de telemóvel, bem catitas por sinal.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Convívios de Natal

Como é habitual em todas em empresas, chegada a altura do Natal é obrigatório um convívio à volta de uma mesa farta. No caso da Skysoft não foi excepção e foi uma boa oportunidade de convívio com o pessoal da empresa, alguns dos quais até desconheciam a minha existência derivado do pouco tempo que passei na sede.
Depois da vergonha inicial e de uns copos de sangria, as piadas começaram a fluir, as brincadeiras a suceder-se e rapidamente a imagem do caloiro envergonhado ficou de lado. Para isso também contribuiu em muito o facto de ter derrubado um copo de sangria do vizinho do lado para cima do colega da frente.
Depois disso foi só deixar a noite fluir, infelizmente esse pensamento e vivência não pode ser devidamente alongado pois era uma segunda feira(!) e no dia seguinte era dia de trabalho.
No final da noite, e depois de pedinchar por uma boleia para casa, consegui arranjar um tipo que mora em Massamá e que apesar de nunca me ter visto, teve a grande gentileza de me levar até casa. Assim vale a pena.

Na continuação dos festejos natalícios, e como forma de cortesia, estive também presente no almoço da CML - note-se a diferença, um é jantar outro é almoço, mesmo no meio do horário de trabalho - obviamente que aqui a interacção não é muita, pelo que se resumiu aos pessoas que mais próximas estavam. No fim do almoço decorreu troca de prendas, pelo que a mim me calhou um pequeno gravador de memorandos. Até pode ser útil para colocar as piadas que me vou lembrando, o problema é perceber melhor o funcionamento daquilo, pois nunca grava o que eu quero mas sim as partes em que não falo.

É Natal

Ao que parece o Natal já não é o que era, e cada vez mais é verdade, pois apesar da crise os portugueses não se inibem de atafulhar-se de prendas.
Podem até ser menos prendas e de menor valor, mas não há nada como encher os centros comerciais à procura das prendas todas.
Contra mim falo, pois com o menor tempo que tenho não me resta nenhuma opção senão acompanhar a tendência e seguir que nem cordeirinho.

Mas nesta época é muito habitual haver cartazes espalhados por todo o lado com as mais variadas opções de presentes, mas há uns que chamam a atenção, nomeadamente estes:


Com o frio que está e estas pequenas na rua só com estes trapinhos. Não se faz.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Continuação

Ao longo deste tempo de inactividade do blogue, muita coisa aconteceu e algumas mudanças foram acontecendo na minha rotina diária, sendo que vou tentar fazer o resumo de (quase) tudo que mudou.

Primeira mudança: regresso aos transportes públicos
E este regresso até agora tem apenas aspectos positivos a salientar!
Para começar estabelece um preço fixo para a despesa em deslocações ao inicio do mês, nada de andar a fazer contas aos cêntimos de aumento e aos quilómetros feitos para calcular a próxima visita à bomba e com isso acabar por ter despesas flutuantes. Há um preço tabelado, e que me garante mobilidade para vários transportes e locais.

Um segundo aspecto é qualidade de vida.
Digam o que disserem, conduzir todos os dias é desgastante, cansativo e pouco produtivo.
O estar a correr para chegar sempre a horas, as filas de trânsito, o estacionamento, os aselhas, os sinais e tudo mais que se enfrenta no trânsito não contribui para uma qualidade de vida. Já estive nessa situação e sei que comigo era assim, chegava muitas vezes ao fim do dia mais cansado do trânsito que do trabalho/estudo, e isso causava também a perda do prazer de condução. Agora como a condução ocorre com menos regularidade, cada vez que pego num carro é uma alegria, parece que voltei a ter 18 anos e o meu pai está-me a deixar guiar uns metros para ganhar experiência.

O terceiro aspecto é disciplina.
Pelo facto de não sermos nós a pautar o horário do transporte, temos de criar disciplina para conseguir cumprir os horários dos transportes. Caso contrário corremos o risco de nos atrasarmos e isso não convém nada.
Aqui surge o primeiro, e até agora, único senão dos transportes públicos, os atrasos. Felizmente que esses atrasos não são generalizados e alguns até servem de incentivo para conseguir despachar-me mais depressa, nomeadamente a minha relação com a 143.
O horário a que passa pela paragem nunca é o mesmo, uns dias chega cedo, outros chega a horas, outros chega tarde e o mesmo acontece comigo, o problema é que nem sempre batemos certo.

O quarto aspecto é o contacto social.
No carro maioritariamente vamos sozinhos, e isso não possibilita o contacto entre as pessoas. Muitas vezes acabava por me referir às pessoas pela marca e modelo do carro, o que reduzia as pessoas a máquinas.
Nos transportes há toda uma vertente de contacto social que é fascinante. Toda uma multiplicidade de vidas e formas de estar que se cruzam e convivem num mesmo espaço.
Depois há também os encontros, os avistamentos e os sósias.
Os encontros porque se encontram pessoas nos transportes que já não víamos há imenso tempo.
Os avistamentos porque ou vemos alguém conhecido ao longe, ou então porque vemos alguém conhecido mas que não sabemos de onde e então ficamos o resto do caminho a traçar mapas na cabeça para saber onde já vimos essa pessoa.
Os sócias porque é inacreditável o número de pessoas que são extremamente parecidas com alguém famoso!


Segunda mudança: horários
Entrado no esquema do mercado de trabalho full-time, a jornada de trabalho tem um determinado horário que passa a condicionar tudo o resto. Com isto criam-se determinadas rotinas e o tempo para se alcançar tudo é limitado e tem de ser bem usado, aproveitado e doseado. Nem sempre esta gestão é fácil, sobretudo com uma namorada com um horário nada flexível e com uma agenda mais preenchida que o primeiro-ministro.
Mas essa gestão também se aplica a mim, uma vez que algumas das minhas actividades ficaram relegadas para segundo plano, por falta de tempo, ou pelo ganho de importância de outras. Uma das quais foi o blogue que gradualmente foi ficando para trás.


Terceira mudança: não há mais tpc
Apesar de se estar a tentar fazer uma Tese (trabalho não muito fácil, mas que fica para outra actualização), é sem dúvida um descanso puder chegar a casa e não ter nada para fazer. Simplesmente ter a oportunidade para deixar tudo e descansar.
Às vezes na loucura até dá para ir dormir mais cedo, acredita que faz maravilhas para o resto da semana.
Esta "leveza" fora do horário de trabalho também se estende para o fim de semana, que é sempre curto para tudo, mas que é sempre vivido ao máximo. Às vezes acaba por comprometer o descanso, acabando por ser dormir menos horas que o habitual, mas se for por uma boa causa até se aceita.


Quarta mudança: novos conhecimentos
Com o final de alguns estudos, do estágio e o ingresso numa nova empresa e num novo projecto, há também muita coisa nova que me rodeia. Com isto surgem também novos conhecimentos e novas realidades, quer seja por comparação de empresas, de formas de trabalho, de colegas, de chefias ou por outra coisas qualquer. Tudo é novo e tudo é diferente e feito de forma diferente, pelo que todos os dias há novas coisas para aprender e para conhecer.
A realidade particular do funcionalismo público é também uma grande experiência, com a possibilidade de ver os pontos positivos, mas sobretudo, os negativos de um monstro da administração pública.


Quinta mudança: mais informação
Como o tempo despendido nas deslocações casa/trabalho ainda é algum, há que conseguir rentabilizar esse mesmo tempo e por isso tento aproveitar da melhor forma para me conseguir informar melhor sobre o país e o mundo. Para isso muito contribuem os jornais gratuitos distribuídos à entrada da Estação da Amadora e que, apesar do conteúdo reduzido dos artigos, ajudam a ter uma percepção geral do que vai acontecendo, percepção essa que é mais tarde aprimorada com outros conteúdos obtidos através de outras plataformas.
É interessante o fenómeno dos jornais gratuitos, que acabam por levar informação a pessoas que muitas vezes não sabem ou não conseguem estar informadas.
De entre o vário leque de ofertas não tenho nenhum favorito, mas existe um que me desperta alguma simpatia e que dá pelo nome de "SEXTA". Porque será?


Sexta mudança: namorada
Não é propriamente uma mudança, pois já vamos fazer um ano de namoro, mas sem dúvida que muita coisa muda diariamente numa relação.
Sinto que não somos os mesmos que quando iniciamos esta relação, mas que ainda há muita coisa para mudar e melhorar. Todos os dias há lutas, conquistas e cedências, mas sempre as coisas correm bem, mas há sempre o desejo e a vontade que as coisas funcionem e que sejam positivas para a relação e para cada um.
É um longo caminho que ainda vai no começo. Somos um bebé a dar os primeiros passos nisto de uma relação séria, verdadeira e duradoura.
Espero que daqui a uns tempos já consigamos caminha sem quedas nem problemas de percurso. Até lá, todos os tombos servem para aprender mais algumas coisas, que isto de lidar com as mulheres tem muito que saber!

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

My name is Bond, James Bond.

Fã de longa data das aventuras do mais famoso agente secreto (grandes tardes passei eu a ver os filmes gravados no velhinho VHS), não podia ficar indiferente perante tamanha homenagem criada pela Swatch. Homenagem na forma de relógio de todos, mas mesmo todos, os vilões dos 22 filmes da saga 007.

Há relógios muito bons e é um regalo para os fãs os pormenores colocados em alguns deles. Mas melhor que palavras ficam as imagens do spot publicitário referente ao mais recente vilão e alguns dos exemplares da magnífica colecção, quem sabe podem servir de sugestão para uma prenda de Natal.



Carrega na imagem para acederes ao site oficial da colecção, com toda a informação sobre os relógios e sobre os vilões.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Parece que há uma espécie de lei universalmente intrínseca ao ser humano que faz com que quanto maior seja o seu amor por outro, maiores são as hipóteses de haver conflito entre essas pessoas. Conflitos que ocasionalmente atingem extremos, muitas vezes por situações menores e até irrisórias.
No entanto, como toda lei que se preze, tem de ter outra para balançar e por isso há uma outra lei que diz que o amor que se sente por uma pessoa concede-nos da capacidade de encontrar a compreensão, tolerância e acolhimento para resolver essas situações e prevenir futuros acontecimentos.

É um equilíbrio interessante, mas naturalmente desconcertante.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Yes We Can

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Espaço para publicidade