quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Grandes dias II

Na sequência destes grandes dias têm acontecido saídas memoráveis. Gostava de poder fazer a descrição de cada uma no registo que já usei em outras, elas merecem esse trabalho e respeito, mas a falta de tempo não me permite. Pode ser que no futuro consiga fazê-lo, mas temo perder pormenores e factos importantes para a narração correcta de cada uma.

Mas de cada uma, e do conjunto, retiro várias coisas:

  • Nem todos somos iguais, nem gostamos das mesmas coisas.
Por isso é perfeitamente natural aceitar as opiniões e criticas das pessoas que não querem fazer determinada coisa, ou ir a determinado sítio. Somos bastantes e é natural que as coisas que agradam a uns, não agradem a outros.
  • Não temos todos a mesma vida, nem estamos todos na mesma fase.
É preciso compreender que nem todos temos a mesma perspectiva sobre a vida actual e futura, há pessoas com visões distintas e que podem divergir da nossa. Também o dia-a-dia de cada um que é, forçosamente, diferente, por isso a disposição ao fim do dia varia de pessoa para pessoa, assim como a vontade, ou não, de fazer determinado plano.
  • Não nos damos da mesma forma com todos.
Desta forma é mais fácil que estejamos mais predispostos a fazer coisas com as pessoas que nos damos melhor, sendo mais fácil para organizar, brincar e dialogar com aquele com quem temos mais afinidade. Por isso algumas das coisas que fazemos, fazemos com algumas pessoas e não com todas que estão no grupo, essas mesmas coisas podem não agradar aos outros ou podem não se adaptar aos outros.
  • É preciso que todos conheçam todos.
Por isso não me causa confusão que aconteçam programas individuais, ou em pequenos grupos, é uma das formas das pessoas se poderem conhecer melhor e poderem compartilhar gostos e interesses pessoais. Ninguém deve ficar chateado por isso. É a procura de uma satisfação pessoal com algumas pessoas.
  • Nem sempre acontecem coisas com todos.
Nem sempre se proporciona que todos estejam presentes para determinado coisa, e às vezes perdemos coisas divertidas. ou gostamos, isso acontece. Não dá para estarmos em tudo e com todos, e há outras coisas da nossa vida que também preenchem o nosso tempo. É bom saber que as pessoas se lembram de nós e nos avisam que vão a tal sítio, mas muitas vezes isso acontece porque as coisas se proporcionam no momento com quem está.
  • Todos do grupo são importantes.
Cada pessoa do grupo é importante para mim e para o grupo. Com cada pessoa tenho uma relação única e especial, que quero manter e desenvolver. Com cada pessoa tenho factos e acontecimentos comuns que marcaram, e marcam, a minha vida e a minha personalidade.


Não pretendo criar nenhumas regras de convivência deste grupo, não tenho essa intenção nem essa autoridade, nem estou a dar lições de moral a ninguém. Já convivemos à muito tempo e conseguimos sempre estar bem em grupo. Faço apenas observações e ilações para esta fase que vivo, e tenho de aprender e aplicar melhor algumas delas, por isso as registo aqui.

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