sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

Yah!

Um dia em cheio.

Jogo do Benfica.
Jogo para acertar calendário, onde se esperava, e se obteve, uma grande número de espectadores, como estávamos em época natalícia, as ordens para a revista eram de facilitar um pouco, e foi isso mesmo que fiz, apesar de quando chegou a claque do Belenenses tivemos de os revistar todos de uma ponta a outra, o que foi deveras cansativo e complicado, dado o reduzido número de assistentes que lá estavam. Felizmente não houve problemas.
Depois disso fui colocado no terceiro anel, um posto que já não fazia à algum tempo. Foi bom, ali é sempre calmo e dá para ver o jogo, assim como comer qualquer coisa.

Clube Mercado.
Após o jogo fui para a festa da noite no Clube Mercado, Buraka Som Sistema. Simplesmente impressionante, mas já lá vamos.
Depois do suplício do costume que é para estacionar no Bairro Alto, tivemos ainda um período de espera pelas caridosas almas que nos compraram os bilhetes, espera essa que deu para cruzar com Samuel O Cachopo, para alguns, Sam The Kid.
Depois de já estarmos dentro do Clube, com um ambiente claramente underground e um calor insuportável, comparado com o frio exterior, foi começar a curtir o som que estava a dar.
Naturalmente a certa altura dirigi-me ao WC para as necessidades básicas, e é na entrada do mesmo que dou de caras com Nuno Melo. Ao regressar do WC reparo que ao meu lado está o vereador do Bloco de Esquerda da Câmara de de Lisboa, José Sá Fernandes, que bombou como um maluco quando o DJ tocou músicas como "Sweet Dreams" e "Boys Don't Cry", assim como com a entrada de Buraka.
Foi uma semana de grande convívio em espaços públicos com demasiadas celebridades, talvez pelo facto de ser Pessoa do Ano da Time, só pode.

Buraka Som Sistema, completamente diferente de tudo, e completamente diferente daquilo que ouviram no CD, ao vivo conseguem levar o pessoal ao rubro e a bombar a sério de uma forma impressionante e contagiante. Foi muito, muito bom, apenas o espaço e a enorme quantidade de gente não permitiram desfrutar melhor do grupo.
Foi impressionante igualmente a debandada que aconteceu mal terminaram os Buraka, houve imensa gente que estava ali apenas para os ver e ouvir.
Tramado para o DJ seguinte que veio de Londres para se ver relegado para segundo plano. Ainda ficamos um pouco a curtir o som dele, mas depois de Buraka dificilmente alguém conseguia puxar o pessoal da mesma forma.

Tudo isto no dia que me tornei reservista do Exército Português.

Sem comentários: