sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Mobbit Systems

Por vários factores acabei por não colocar aqui informação sobre a minha participação na Mobbit Systems, participação que terminou no início do mês de Dezembro, e que por diversos factores não teve continuação.
O meu trabalho era simples e era uma rampa de lançamento para outros projectos, mas houve demasiadas hesitações por parte deles sobre o que seria de facto o meu projecto e quando esse trabalho ficou definitivamente decidido já meio mês se tinha passado.
Depois foram os problemas com as plataformas, a criação de um ambiente de desenvolvimento na minha máquina demorou igualmente o seu tempo, mas depois de mais uma semana e meia desse trabalho começou verdadeiramente o projecto.
Mas também aqui houve os seus problemas, era um projecto sem qualquer documentação, sem qualquer explicação das funcionalidades e numa linguagem com a qual nunca trabalhei, o que se tornou um desafio maior, pois demorava mais tempo para compreender o trabalho e as várias ligações do mesmo do que propriamente a trabalhar.
Ainda assim o trabalho foi avançando no seu ritmo e verdade seja dita que não me posso queixar da falta de apoio presencial, apesar do imenso trabalho que por lá passava, mas é também verdade que algumas questões podiam ser facilmente resolvidas por mail e não eram.
O trabalho foi terminado e apresentado, e foi também aí que me foi revelado que o esperado de mim, e da outra estagiária, era bem mais naquela altura.
Após uma conversa construtiva, cada um percebeu o que tinha corrido mal em cada uma das partes, chegando-se a um consenso que a culpa era das duas partes, mas ao mesmo tempo não era forçosamente de ninguém.
Ficou de se falar internamente se valia a pena apostar na continuidade, uma vez que agora já estava bem mais entrosado no projecto e seria mais fácil e rápido o desenvolvimento.
Essa aposta não sucedeu e com isso termino a participação na Mobbit Systems, pelo menos por agora, nunca se sabe o futuro.

No fim agradeço a João Tacanho pela oportunidade e pelo apoio, assim como Jorge Fontes pela ajuda e tempo investido em mim, tal como alguns momentos engraçados quando nenhum dos dois percebia como era possível o programa não esta a trabalhar.

sábado, 29 de dezembro de 2007

Vieira de Leiria - O Regresso

Este ano voltamos mais uma vez para Vieira de Leiria para os festejos do final do ano, com algumas pessoas novas e outras que, infelizmente, não puderam estar presentes. Ainda assim a festa promete ser animada como sempre. Existem imensas actividades programadas e que suscitam grande interesse que parece que o dormir vai ser a única que ninguém vai querer fazer!
Para grande tristeza minha este ano não tenho o meu grande talismã do ano passado, o Swatch mágico que me ajudou a conquistar e arrasar está longe, bem longe, e por isso este ano terá de ser apenas o meu charme e astúcia a fazer o todo o trabalho!
Vamos ver como correm as coisas!

Umas boas entradas e um novo ano cheio de sucesso!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Christe lux mundi

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Here I am. What are you're other two wishes?

No fim de mais um Natal, e apesar de não ser esta a sua essência, é sempre engraçado fazer a contabilização dos presentes recebidos.
Não posso dizer que foi um mau ano, foi um bom ano, mas sinto-me bem sobretudo com as amizades que continuaram e aquelas que floresceram ao longe deste ano.
Recebi alguns postais, alguns dos quais bem bonitos poiso que diziam vinha expresso em números que às vezes dizem mais que palavras, eheh.
Recebi também livros, livros que muito vão ajudar nos desafios do presente e quem sabe no futuro.
Recebi também roupa, mas não é uma roupa qualquer! Uma t-shirt e uma sweat personalizadas! Ah pois. A mensagem de cada uma é, respectivamente:
"Here I am. What are you're other two wishes?"
"I'm nobody.
Nobody is perfect.
So, I'm perfect!"

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

"Amazing Grace" by David Fonseca

Feliz Natal!

sábado, 22 de dezembro de 2007

David Gray - "Babylon"

Friday night I'm going nowhere
All the lights are changing green to red
Turning over TV stations
Situations running through my head
Looking back through time
You know it's clear that I've been blind
I've been a fool
To open up my heart
To all that jealousy, that bitterness, that ridicule

Saturday I'm running wild
And all the lights are changing red to green
Moving through the crowds I'm pushing
Chemicals all rushing in my bloodstream
Only wish that you were here
You know I'm seeing it so clear
I've been afraid
To show you how I really feel
Admit to some of those bad mistakes I've made

If you want it
Come and get it
Crying out loud
The love that I was
Giving you was
Never in doubt
Let go of your heart
Let go of your head
And feel it now
Let go of your heart
Let go of your head
And feel it now

Babylon, Babylon, Babylon

Sunday all the lights of London
Shining , Sky is fading red to blue
I'm kicking through the Autumn leaves
And wondering where it is you might be going to
Turning back for home
You know I'm feeling so alone
I can't believe
Climbing on the stair
I turn around to see you smiling there
In front of me

If you want it
Come and get it
Crying out loud
The love that I was
Giving you was
Never in doubt
Let go of your heart
Let go of your head
And feel it now
Let go of your heart
Let go of your head
And feel it now
Let go of your heart
Let go of your head
And feel it now
Let go of your heart
Let go of your head
And feel it now

Babylon, Babylon, Babylon, Babylon, Babylon


domingo, 16 de dezembro de 2007

Espaço para publicidade

Um saco de natação: 20 Euros.
Um toca, óculos e calções de natação: 25 Euros.
Um mês de aulas: 11 Euros.
Um litro de gasóleo: 1.203 Euros.
Um mulher de 23 anos a fazer beicinho e a dizer "Quero ir para casa... buááá": Sem preço.

Há coisas que o dinheiro compra, para todas as outras há Kátia Santos!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Outro dia li um texto que a certa altura dizia isto:

Pois bem, se me permitem, vou arregaçar as mangas. O que é difícil – dizem – é saber quando gostam de nós. E, quando afirmam isto, bebo logo dois dry martinis para a tosse. Saber quando gostam de nós? Mas com mil raios, isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “ai que não vi a tua chamada não atendida”.

Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.

Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campainha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós.
E não isto verdade?

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Olha o que encontrei

Todos os anos quando chega o frio (este ano chegou tarde mas chegou bem forte), há a tendência natural de ir buscar os casacos mais quentes que guardámos há já algum tempo. Ao recuperar esses casacos podem acontecer várias coisas surpreendentes, como encontrar algo perdido nos bolsos que a certa altura nos fez imenso jeito, ou então encontramos assim do nada uma nota de 10, ou com muita sorte, de 20 euros que ficou perdida num desses bolsos.
É sempre uma coincidência engraçada e é dinheiro que entra em conta para folgar os tempos mais próximos a nível de pequenas despesas. Até como estamos próximos do Natal pode ajudar nalguma prenda!

A mim aconteceu-me isso hoje, ao vestir um dos meus casacos encontrei lá dinheiro: 20 cêntimos..
Digamos que não é uma grande fortuna, mas é sempre bom sinal!

domingo, 2 de dezembro de 2007

Finger Eleven - "One Thing"

Restless tonight
Cause I wasted the light
Between both these times
I drew a really thin line
It’s nothing I planned
And not that I can
But you should be mine
Across that line

If I traded it all
If I gave it all away for one thing
Just for one thing
If I sorted it out
If I knew all about this one thing
Wouldn’t that be something

I promise I might
Not walk on by
Maybe next time
But not this time

Even though I know
I don’t want to know
Yeah I guess I know
I just hate how it sounds

If I traded it all
If I gave it all away for one thing
Just for one thing
If I sorted it out
If I knew all about this one thing
Wouldn’t that be something (x2)

Even though I know
I don’t want to know
Yeah I guess I know
I just hate how it sounds (x2)

If I traded it all
If I gave it all away for one thing
Just for one thing
If I sorted it out
If I knew all about this one thing
Wouldn’t that be something (x3)


sábado, 1 de dezembro de 2007

Escolhas

Já falei de escolhas, decisões, certezas e incertezas, daquilo que temos e daquilo que queremos e como às vezes tudo isto não coincide.
Somos seres de hábitos e rotinas, resistentes à mudança, principalmente àquelas que desconhecemos o resultado.
O ser humano é assim, tudo que nos é incerto é estranho, e isso causa-nos receio, mas não deve ser impedimento a um cristão.
Ser cristão é um desafio constante, o desafio de dar o testemunho de Cristo através da nossa vida, e isto nem sempre é fácil, mas Cristo não se resignou, não ficou parado, deixou tudo e partiu para o desconhecido, não ficou acomodado e no fim, mesmo sabendo o que lhe ia acontecer, continuou.
Perante isto qual é a nossa atitude? Muitas vezes queremos é fugir das escolhas, fugir das opções, por mais simples que elas sejam, e quando as tomamos não conseguimos assumir as suas consequências.

O ter fé, o acreditar, é confiar em Cristo e saber que em qualquer situação nunca vamos estar sozinhos, e que perante qualquer problema teremos sempre um apoio.
Há escolhas difíceis, há escolhas complicadas, há escolhas que mais tarde se revelam erradas, desajustadas, mas em todas elas Deus não nos abandona e quer que nós cresçamos e retiremos algo para nós e para os outros.
Perante as nossas escolhas e os resultados delas, quer sejam bons ou maus, devemos enfrentá-los com um sorriso e alegria, a alegria de quem tem Deus do seu lado para tudo o que der e vier.
A alegria deve pautar a nossa vida e, sobretudo, as nossas escolhas, não devemos viver na amargura daquilo que perdemos, que muitas vezes é algo que nunca tivemos, mas na alegria daquilo que ganhámos e conseguimos manter.

A cada dia podemos escolher a alegria, podemos escolher acordar e enfrentar o mundo com sorrisos, ou entrar na tristeza e na amargura de todos os outros, sendo mais uns no meio de tanta insatisfação e confusão e assim dificilmente faremos o amor de Deus sinal da nossa vida.

Há alturas na minha que penso como seria se pudesse mudar isto ou aquilo, como seria se pudesse ter feito assim ou de outra forma.
No final de tudo acabo por ficar contente com o resultado de tudo que fiz e da forma que fiz, porque tudo teve o seu sentido e significado por ter acontecido como aconteceu.
Tudo serviu de aprendizagem e lição, tudo serviu de experiência e de exemplo, e por isso é bom que aceitemos as coisas como elas são e como elas acontecem.

As nossas escolhas determinam a nossa vida e a nossa vida determina as nossas escolhas, mas a alegria de viver deve estar em todos os momentos, em todas as escolhas. Cada vez mais temos medo de arriscar, de ir no desconhecido pois estamos tão bem assim para quê mudar?
Mas se a vida nos chama a isso, se Deus nos chama a isso, não podemos negar essa mudança. Adiar ou ignorar não vai fazer desaparecer a escolha, a opção continua presente e vai permanecendo lá, aparecendo de vez em quando para nos lembrar que temos algo para decidir. Há-de haver uma altura em que ela se vai tornar inevitável e aí a pressão de ter de decidir, pode não reflectir uma escolha de coração. Pode já ser a única escolha, ou então já nem escolha se torna, torna-se apenas uma consequência da indecisão.

Há decisões que não se podem adiar nunca, pois delas depende a nossa alegria, a nossa felicidade, mesmo que não vejamos logo, mesmo que nos causem algum sofrimento inicial, elas podem mudar a nossa vida, o nosso bem-estar. Nem sempre o que queremos é o que precisamos.
Mas há sempre que optar pela alegria, pela felicidade, há que acreditar que a vida é um caminho para a alegria, uma caminhos com dificuldades e obstáculos, mas se fosse sempre a direito não ia ter graça nenhuma!
Sendo alegre, feliz e contente, mais facilmente atraimos alegria e felicidade para nós e mais facilmente contagiamos os outros, se formos tristes e amargurados vamos deixar passar muita coisa boa por nós.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

"O meu padinho é muta gande!"

Graças à greve que hoje afecta o nosso país, o meu querido afilhado veio passar o fim de semana mais cedo a minha casa e depois do jantar acabei por o levar a dar um passeio a casa da Diana, (ou à casa da Liliana como ele dizia) mas a vergonha tomou conta dele e foi aí que entrou outra criança de forma a retirar a máscara de vergonha. A Kátia lá usou os seus truques e manhas para o por à vontade enquanto os adultos discutiam coisas sérias!
Tou a brincar, mas foi um esforço titânico para por esta criança à vontade mas bastou um catálogo dos brinquedos, onde avidamente procurou os bonecos do wrestling, sobretudo o da máscara! Depois de muito procurar lá encontrou os bonecos do wrestling e estando no colo da Rita (ou Margarida como ele lhe chamou) e em brincadeiras e conversas tudo ficou normal.
Mas depois do catálogo dos brinquedos passamos para as revistas cor-de-rosa, onde o único individuo que consegue ser identificado é Cristiano Ronaldo e qual não era o seu contentamento quando o via!
Com isto regressamos a casa, onde o contentamento continua ao mostrar aos meus pais a revista do Ronaldo e a sua imitação da foto da capa, mas já se faz tarde e de pijama vestido deita-se ao meu lado, onde ainda há tempo para umas perguntas sobre o Ronaldo e o Rey Mysterio, (o tal da máscara) sobretudo no que diz respeito à altura de cada um, chegando à conclusão que o Mysterio é pequeno.
Dito isto, vira-se para o outro lado e antes de adormecer ainda diz em voz baixa para ele mesmo: "O Mysteio é pequeno e o meu padinho é muta gande!"

sábado, 24 de novembro de 2007

O Fim do Mundo!

O último dia.
Regra essencial: Não dormir!

00H - Anúncio ao mundo
00H15 - Passeio Nocturno pela cidade - Descoberta de locais e conversas
02H - Filmes/Séries/Músicas - Oportunidade de rever ou conhecer um a última obra
05H - Saída para a praia
05H30 - Paragem nas roulottes para a bifana/cachorro/hamburger
06H - Chegada à praia - Ver o nascer do Sol, banho e Laudes
07H - Actividades desportivas
08H - Corrida com automóveis
09H - Massagem
10H - Leitura do último livro
11H - Compras para o almoço, jantar e tudo o resto que nos apeteça
13H - Almoço
14H - Tempo perdido do café, digestivo (sabe sempre bem depois de um bom almoço)
15H - Tempo individual/namoro/família
17H - Jogatana com os amigos
18H - Praia - Por do Sol, banho e Vésperas
19H - Eucaristia
20H - Banquete com Família e Amigos
22H - Contemplação da Lua e Estrelas seguida de Completas
23H - Inicio da Festa do Fim do mundo - momento de despedidas e de algumas loucuras
23H59M - Inicio da contagem para o fim

Acho que não era um dia assim tão mal passado.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

domingo, 18 de novembro de 2007

Matchbox Twenty - "If You're Gone"

I think I've already lost you
I think you're already gone
I think I'm finally scared now
You think I'm weak - but I think you're wrong
I think you're already leaving
Feels like your hand is on the door
I thought this place was an empire
But now I'm relaxed - I can't be sure

I think you're so mean - I think we should try
I think I could need - this in my life
I think I'm just scared - I think too much
I know this is wrong it's a problem I'm dealing

If you're gone - maybe it's time to go home
There's an awful lot of breathing room
But I can hardly move
If you're gone - baby you need to come home
Cuz there's a little bit of something me
In everything in you

I bet you're hard to get over
I bet the room just won't shine
I bet my hands I can stay here
I bet you need - more than you mind

I think you're so mean - I think we should try
I think I could need - this in my life
I think I'm just scared - that I know too much
I can't relate and that's a problem I'm feeling

If you're gone - maybe it's time to go home
There's an awful lot of breathing room
But I can hardly move
If you're gone - baby you need to come home
Cuz there's a little bit of something me
In everything in you

I think you're so mean - I think we should try
I think I could need - this in my life
I think I'm just scared - do I talk too much
I know this is wrong it's a problem I'm dealing

If you're gone - maybe it's time to go home
There's an awful lot of breathing room
But I can hardly move
If you're gone - baby you need to come home
Cuz there's a little bit of something me
In everything in you

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Mais alguma coisa?

É complicado explicar e descrever tudo aquilo que hoje me vai pela cabeça e pelo coração, uma catadupa de situações e de eventos com os quais não sei lidar, e os quais tenho de enfrentar e dar uma resposta coerente e rápida.
E um dos problemas é o número de problemas e a gravidade dos mesmos, quando parece que já nada mais pode surgir, eis que mais um problema surge e que não se avizinha de simples resolução.
Ainda tento distanciar-me um pouco e dedicar-me a outras coisas, mas rapidamente passa esse estado de graça e lá tenho de voltar à realidade que me assalta e me toda todas as forças.
Espero que consiga tomar as decisões correctas e ter as palavras certas para os momentos. Espero também ter ajuda daqueles que comigo partilham o caminho e as responsabilidades.
Há muito trabalho pela frente e posso parecer assustado mas não vai ser por isso que vou deixar de lutar pelas coisas.

No fim disto tudo quero descontrair e nem jogo PES 2008, porque o jogo está horrível, e o FM bloqueia.. Mais alguma coisa?

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Como fazer uma festa dos diabos em 5 passos.

Hoje vou dar algumas dicas de como criar uma festa com poucos recursos e em pouco tempo.
É bastante simples e vais ver como tens uma diversão impressionante.

Primeiro, e mais importante, juntar uns amigos prontos para a festa (e meio malucos). Este é o ingrediente principal, sem isto é impossível fazer alguma coisa.

Segundo: juntas umas litrosas para aquecer e criar aquela dinâmica de festa. Parece mais uma festa a sério se houver bebida na mão.

Terceiro: música. Pelo mesmo motivo que antes, com música já parece uma festa a sério.

Quarto: aperitivos. Uns amendoins e umas batatas fritas para o pessoal ir petiscando. O mau é que depois vamos andar a noite toda com uma azia do caraças, mas são importantes as vantagens da casca do amendoim.

Quinto: lugar deserto. Ou parecido com isso, dessa forma é possível criar um ambiente de festa sem chatear ninguém nem ter a polícia atrás de nós.

Sexto: Charuto (Opcional). Para dar um ar de festa rica. Fica sempre mais charmoso um charuto que um cigarro.

E pronto, como podem ver é bastante simples!
Acreditem que passado um pouco vai estar uma festa incrível! Vai andar tudo aos saltos e aos gritos da música, como numa festa a sério, a dizer bacuradas e parvoíces, a contar as histórias todas, a falar de tudo e mais alguma coisa, com a vantagem de se puder baixar a música para conversar à vontade e de termos gasto 3 euros.
É sucesso garantido!

domingo, 4 de novembro de 2007

Michael Phelps do Casal...ou então não.

Passados uns bons anos, eis que hoje retomei a prática da natação.
Era um desejo já antigo que agora se voltou a concretizar, sinto que precisava da prática de um desporto regular para complementar o futebol de sábado de manhã, e nada melhor que voltar a um desporto que já pratiquei e que me sinto bem a praticar.
Já tinha saudades e agora sinto que soube mesmo muito bem. Isto tudo apesar de na altura ter demorado um pouco a apanhar os pulmões, já que a minha treinadora não me deu um minuto de descanso e ainda por cima me enganava nas piscinas que ainda faltavam fazer.
Espero que assim continue, e em breve já devo ter um bom ritmo.
Espero também que a treinadora continue a puxar por mim desta forma, mas ela tem de perceber que no treino de um atleta, 50 metros golfinhos não é propriamente um estilo.

sábado, 3 de novembro de 2007

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

U2 - "Stay (Faraway, So Close!)"

Green light, Seven Eleven
You stop in for a pack of cigarettes
You don't smoke, don't even want to
Hey now, check your change
Dressed up like a car crash
Your wheels are turning but you're upside down
You say when he hits you, you don't mind
Because when he hurts you, you feel alive
Oh no, is that what it is?

Red lights, grey morning
You stumble out of a hole in the ground
A vampire or a victim
It depends on who's around
You used to stay in to watch the adverts
You could lip synch to the talk shows

And if you look, you look through me
And when you talk, you talk at me
And when I touch you, you don't feel a thing

If I could stay... then the night would give you up
Stay, and the day would keep its trust
Stay, and the night would be enough

Faraway, so close
Up with the static and the radio
With satellite television
You can go anywhere
Miami, New Orleans, London, Belfast, and Berlin

And if you listen I can't call
And if you jump, you just might fall
And if you shout I'll only hear you

If I could stay... then the night would give you up.
Stay then the day would keep its trust
Stay with the demons you drowned
Stay with the spirit I found
Stay and the night would be enough

Three o'clock in the morning
It's quiet and there's no one around
Just the bang and the clatter
As an angel runs to ground
Just the bang and the clatter
As an angel hits the ground

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

A lua

Vejo a lua e às vezes perco-me nessa contemplação. É um fascínio que não sei explicar, mas que me prende invariavelmente durante algum tempo. Tempo em que aproveito para olhar para dentro de mim e perceber como estou, e o que fazer a seguir, e da próxima vez que olhar para a lua faço o balanço.
É estranho, mas é um exercício engraçado.

Mas a lua também me transmite algumas coisas.
Mesmo no meio da escuridão total, há algo que brilha, há algo que não se importa com o resto e mostra tudo aquilo que é e dá tudo aquilo que tem.
Transmite segurança, força, vontade, rigor, exactidão, calma, suavidade, meiguice e compreensão. Transmite tudo isto só de olhar para ela. Impressionante não é?

domingo, 28 de outubro de 2007

Há afilhados como este

Afilhado criança. Padrinho ainda mais criança. Bonecos de acção do wrestling. Wrestling na televisão. Pouco mais há a dizer sobre um tempo bem passado!

sábado, 27 de outubro de 2007

A fórmula de Deus

Uma das minhas maiores dificuldades é a conciliação de Deus que nos é dado a conhecer durante anos dentro da Igreja, e aquilo que são as descobertas científicas. É complicado perceber porque teimo em ver como realidades distintas aquilo que acaba por ser a mesma realidade, mas à luz de visões diferentes. Visões moldados e formadas com diferentes conhecimentos e com diferentes experiências.

O Deus de Abraão, é também o Deus da molécula e do átomo.
Mas será que o Deus antes era diferente? Não. Apenas o conhecimento que havia era diferente, e isso levava a que a nossa concepção de Deus fosse diferente. Com o tempo o conhecimento do mundo e do Homem foi avançando e dessa forma foi possível aproximar as duas visões.

É claro que alguns irão dizer que estou errado e vão refutar esta visão, mas para mim tudo está ligado. Todas as coisas, a sua forma, a sua construção, a sua constituição, tem um propósito, uma intenção. Nós pensamos que sabemos e que conseguimos descodificar essas intenções, às vezes até conseguimos, noutras apenas conseguimos formular teorias. Ao tentar ser auto-suficiente o Homem não reconhece a sua fraqueza e acaba por afastar Deus da sua vida.

Tudo está ligado, tudo tem uma conexão, através de uma fórmula. A fórmula de Deus (sim porque Deus quando criou a Matemática e a Física estava bem inspirado!),mas essa fórmula dificilmente vamos conseguir encontrá-la pois não conhecemos todas as variáveis.

Por isso há coisas que nunca vamos entender porque nos acontecem, nem porque são como são, nunca vamos conhecer a Sua obra na totalidade, mas é engraçado ver o que Ele faz na nossa vida, e isso revela-se nas pequenas coisas, coisas que dizemos serem coincidências, mas que cada vez menos acredito que sejam meros acasos, estando atento conseguimos perceber a ligação entre as coisas.
Ultimamente tenho sentido isso, sinto que muitas das pequenas coisas que acontecem na minha vida têm um objectivo, e acho isso engraçado, chego a sorri quando consigo perceber ligeiramente estas subtis dicas. Às vezes não sei qual é o sentido, mas acredito que há-de ser pelo melhor, porque se as coisas não estão bem, então é porque ainda não terminaram.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Sonhos

Todos sonhamos durante a noite, mesmo que de manhã não tenhamos recordações desses mesmos sonhos. Mas às vezes temos e acabamos por questionar a nossa mente por ter concebido tal coisa. Pelo menos comigo acontece isso, muitas das recordações dos sonhos que tenho não fazem qualquer sentido e não têm lá muita lógica (mas se a minha cabeça também é assim quando estou acordado, porque devia ser diferente quando estou a dormir?).
Mas o engraçado dos sonhos é muitas vezes causarem sensações como se estivesse a viver realmente a situação, e essas sensações são bem mais fortes quando o sonho trata algo de mau ou que nos causa dor. Fico verdadeiramente angustiado e preocupado.
Mas a melhor sensação é quando acordo e percebo que foi só um sonho! Ainda assim ao recordar o sonho, a sensação de aperto e angústia continua.
Acaba como sendo uma preparação para algumas situações e para a forma como lidar com elas.

Falo disto, porque dos sonhos que me recordo de hoje, dois tiveram esta sensação, e o outro que recordo foi exactamente o oposto. O primeiro até era algo de bom, positivo e espectacular para mim, e também o vivi intensamente, mas depois vieram dois com a sensação de desilusão, aperto e angústia.
Pode querer dizer tudo, pode não querer dizer nada, mas são engraçadas estas pequenas histórias, estas pequenas coincidências. Pelo menos eu acho, mas eu também sou um tipo estranho...

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Yeah I guess I know, I just hate how it sounds

Muitas vezes fugo do óbvio, fugo daquilo que já sei que vai acontecer, que já sei como vai ficar, mas que, ingenuamente, ainda acredito que tenho capacidade de puder mudar, ou que as coisas mudam por si.
Às vezes mudam, mas são poucas essas vezes, nas outras já sei como vai ser, mas não gostamos dessa certeza, da forma como isso nos vai afectar, nem da maneira como nos soa. Tentamos recusar essa verdade, essa realidade, tentamos adiar por mais um pouco até que ela, inevitavelmente, nos apanha.
Nessa altura somos confrontados com a dura realidade, aquela que sempre soubemos que estava ali, mas que, teimosamente, não queríamos aceitar. Ficamos tristes, desalentados, porque tínhamos esperança e vontade que essa realidade chegasse, mas como tudo acontece com um propósito, é perceber qual o propósito e continuar a encarar a vida de forma positiva, sabendo que tudo que nos é dado deve ser aproveitado, mesmo que não gostemos.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Este blog diz Piaçaba!

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Como esquecer alguém em 5 minutos ou talvez mais um bocadinho

Antes de tudo, há que reconhecer que este poderia ser um belo nome para um daqueles livros que as pessoas oferecem umas às outras apenas e só pelo título e que usualmente se encontram em qualquer bomba de gasolina, no corredor do fundo, lado esquerdo, junto aos jornais. Não interessa o autor, nem se alguma vez se leu alguma coisa, nem se os críticos do mil folhas falaram bem, o que importa mesmo, é a mensagem que o título oferece a quem o recebe. E se depois lá dentro, nas páginas que se refugiam na capa, o conteúdo não for grande coisa, isso de nada importa. Entrega-se o livrinho como se estivéssemos a entregar uma senha de papel com uma mensagem, a fazer olhinhos, para a miúda que está na carteira ao lado: "Vai onde te leva o coração!", "Fazes-me Falta!" "Não há coincidências" e claro o inevitável "Amo-te".

Houvesse um medicamento, que depois de tomado nos fizesse esquecer a pessoa que amamos e as farmácias ficariam inundadas de gente à sua procura. Existisse uma operação que nos removesse a parte da memória que nos faz lembrar esse alguém e ficariam enormes as listas de espera para essa cirurgia. Mas não existe. Não há. Não se vende, nem se opera.

Mas pode-se esquecer? Pode. Como assim? Ora, usando uma técnica vulgarmente usada pelos bombeiros para extinguir os incêndios. O lendário truque do "Fogo contra Fogo" que basicamente consiste em lançar outro fogo em direcção ao que vem a arder. Assim, queima-se uma área que ainda não esteja ardida, para que quando o fogo lá chegar nada mais tenha para arder. E é limpinho.

O que há a fazer é queimar o que ainda houver de bom e fazer com que as coisas que estejam associadas à pessoa que queiramos esquecer não nos pareçam assim tão agradáveis. E quando ela – leia-se o incêndio – aparecer, já só resta terra queimada.

E assim, aproveitando esta bonita analogia dos incêndios, é justo revelar que aqui o grande problema é o vento, o vento que pode reacender as chamas. E esse vento, pode ser uma chamada dela – que ninguém atenda o telefone – uma súbita vontade de lhe ligarmos nós, às 4 da manhã com uma voz notoriamente embriagada – apague-se já o número – ouçam, o vento pode ser uma foto dela ainda no quarto – que se guarde isso numa gaveta escura – uma carta que imbecilmente relemos – perigo, perigo! – Aceitar um convite para jantar a dois sob o pretexto de irmos falar sobre o ambiente no mundo – isso é muito arriscado – ir a casa dela rever a primeira temporada dos Sopranos em dvd – que fique claro, ao aceitarem este convite, isto já nem será vento, mas possivelmente, um tornado.

E assim, voltando à perniciosa técnica do fogo contra fogo, o mais importante, é queimarmos tudo à volta sem usarmos um único fósforo. É dizermos "isto é muito bonito e tal, mas eu tenho que sair daqui antes que se faça tarde" e assim, ao não permitirmos recaídas que sabemos que só irão adiar o inevitável, extinguiremos o pouco que vai existindo até que tudo fique reduzido a cinzas, tão frias e inertes, que nenhum vento será capaz de as reanimar.

blog original

domingo, 7 de outubro de 2007

Novo serviço

Depois do sucesso do serviço de boleias, eis que inauguro neste espaço um novo serviço. Desta vez um serviço de despertar, aquele que te fará acordar com toda a vontade de enfrentar a selva do mundo lá fora!

O serviço ainda não está disponível, uma vez que está numa fase de testes, mas os utilizadores (eu) têm dito maravilhas do serviço!
Nomeadamente frases como: "Foga-se! Mas esta mer** não pará de tocar??" um must!

Pelo facto do serviço ser novo, existem algumas limitações de orçamento, e os tons disponíveis para selecção são reduzidos, neste caso temos apenas um (já tinha dito que a oferta era reduzida?).
Esse tom assemelhasse levemente àquele barulho que se ouve quando as portas do metro estão a fechar. Ok, o barulho é mesmo o das portas do metro quando estão a fechar (não há dinheiro para mais), até porque a chamada é feita em pleno metro! Para isso conto com uma técnica especialista em colocar o telefone mesmo em cima do apito para o impulso de sair da cama ser ainda maior!

Não tenho sons calmantes nem relaxantes, mas é um som com o qual muitos estão familiarizados e que decerto que é aquele com que querem acordar. Ou então não.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Colin Hay - "Overkill"

I can't get to sleep
I think about the implications
Of diving in too deep
And possibly the complications

Especially at night
I worry over situations
I know I'll be alright
Perhaps it's just imagination

Day after day it reappears
Night after night my heartbeat shows the fear
Ghosts appear and fade away

Alone between the sheets
Only brings exasperation
It's time to walk the streets
Smell the desperation

At least there's pretty lights
And though there's little variation
It nullifies the night from overkill

Day after day it reappears
Night after night my heartbeat shows the fear
Ghosts appear and fade away
Come back another day

I can't get to sleep
I think about the implications
Of diving in too deep
And possibly the complications

Especially at night
I worry over situations
I know I'll be alright
It's just overkill

Day after day it reappears
Night after night my heartbeat shows the fear
Ghosts appear and fade away
Ghosts appear and fade away
Ghosts appear and fade away

"It is in changing that things find purpose"

Há alturas na vida que requerem uma mudança, uma mudança de atitude, uma mudança de comportamento, uma mudança de vida.
Mas nem sempre estamos disponíveis para essa mudança, nem sempre queremos mudar daquilo que temos como garantido e como normal. Fazemos de tudo para não mudar, arranjamos desculpas de forma a puder manter tudo na mesma, no fundo não queremos a mudança, pois esta não é positiva nem agradável para nós.

No fundo tenho medo de mudar, não quero mudar, quero tudo na mesma, mas engano-me a mim e engano outros, engano-me para não sofrer e faço sofrer.
Há mudanças forçadas que nos revoltam por dentro, que nos deixam num estado de inquietude, apesar de todas as evidências nos dizerem que é hora de mudar.
Sou um sonhador, sou um ingénuo, acredito sempre que tudo vai dar bem, que tudo corre bem, apesar de saber que não é assim, apesar de já conhecer que não é assim.

Não queria mudar, e custa-me que tenha de ser desta maneira. Não queria sofrer e custa-me voltar a estar assim.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Dias cinzentos

Há dias em que tudo pará, em que tudo o resto deixa de importar, há alturas em que estou sozinho, entregues aos meus pensamentos e dilemas, às minhas conquistas e à análise das minhas derrotas.
Em que o mundo lá fora não conta, só conto eu, aquilo que alcancei e que conquistei. Em que me deixo levar pela música calma e reconfortante, em que entrego o meu corpo ao descanso e a minha mente à reflexão.
Há dias em que preciso de estar só.
Entregue àquilo que tenho e àquilo que sou.
Momentos para reflectir a ajuizar.
Momentos de decisão e de confusão.
Pensar na vida, pensar no futuro, pensar em mim.

Hoje é um desses dias.

domingo, 30 de setembro de 2007

Futebol a sério. País a sério.

Premier League Inglesa:
Portsmouth 7 Reading 4

Nos jornais e comentários desportivos ingleses devem estar a discutir este espantoso resultado, enquanto por cá vamos andar mais uma semana a discutir os árbitros. Voltamos a discutir o extra-futebol e não o jogo jogado. Já dizia o outro que não é o futebol que faz o país andar, mas acaba por ser um reflexo deste.

Todos gostaríamos de ter um país funcional, e um futebol funcional, todos gostaríamos de ter os estádios cheios e futebol como este:



Infelizmente não temos.
Mas se nem com a exposição mediática do futebol faz com que este mude, como mudar tudo o resto?

Ah e lembrar que estes clubes nem são os "grandes" lá do sítio..

sábado, 29 de setembro de 2007

Me, Myself and I

Há coisas engraçadas que acontecem na minha vida, e às vezes nem é preciso ser com outras pessoas, eu sozinho consigo ser vários e um só.

O melhor exemplo disto é quando me vou deitar, e o eu-que-tem-sono põe o despertador para o dia seguinte, só que o eu-que-tem-sono tem de contar com o eu-que-de-manhã-quer-dormir-mais e por isso tenho de colocar o despertador mais cedo para que o eu-que-de-manhã-quer-dormir-mais possa de facto dormir mais um pouco, mas ao mesmo tempo que vá percebendo que o eu-que tem-de-ir-pa-escola está a chegar.
O problema é que o eu-que-de-manhã-quer-dormir-mais às vezes excedesse e o eu-que-tem-de-ir-pa-escola passa a ser o eu-que-tem-de-ir-pa-escola-mas-rápido-porque-tás-em-cima-da-hora.
É claro que um azar nunca vem só, e quando estamos atrasados tudo acontece e aí passo a ser o eu-que-tem-de-ir-pa-escola-mas-já-vai-atrasado, e este eu repete a mesma lenga-lenga enquanto espera, e desespera, na fila do trânsito: "tens de te levantar logo para não chegares atrasado. já devias saber que a esta hora é esta confusão!", mas isto causa que surja o eu-que-stressa-com-tudo-porque-está-atrasado e ai de quem me apareça à frente a molengar!
Felizmente parece que os professores também têm crises de identidade, e enquanto o eu-que-já-tou-10min-atrasado corre para a aula encontra o professor pelo caminho e acalma o passo, passando a ser o eu-que-tem-tudo-controlado.
Algumas vezes (poucas) chego atrasado à aula e o professor ainda não chegou, aí torno-me o eu-sou-muita-bom-nisto em contra-ponto com as (muitas) vezes que chego e torno-me o eu-já-não-percebo-nada-porque-já-perdi-o-início-da-aula.

Há dias em que sou muitos dento de um mesmo. É o chamado Síndrome Fernando Pessoa.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Boleias tx

Eis que este blog, inaugura um novo serviço disponível para todos os seus leitores. Este novo serviço é designado como "Boleias tx" e têm como apelativo slogan "Existimos para o fazer feliz!".

A este ponto estarás a questionar-te que serviços destes já existem, por isso onde está a inovação aqui? Ora a inovação está no facto de ser uma boleia a pé.

É verdade, o serviço não inclui qualquer tipo de meio de transporte que não sejam os nossos pés.
Deste modo fazemos exercício, ajudamos a limpar os pulmões da poluição, desenferrujamos as pernas e quem sabe até emagrecemos um pouco! Por outro lado não poluimos o ambiente nem gastamos gasolina, bem precioso quase tão caro como o ouro.

Para reservar este serviço baste entrar em contacto comigo, atá pode ser em cima da hora (digamos que estão a entrar no autocarro e ligam a marcar a boleia). Depois o percurso é igualmente negociado, (mas depois muda a meio e insistindo um pouco acabo por levar até à porta de casa). O pagamento também é facilitado, um obrigado é bonito, mas não é suficiente, mas há um plano de pagamento faseado muito bom.

Se não tiveres mais nada para fazer e não tiveres mais ninguém para te acompanhar, já sabes é só ligar.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Música

Já aqui disse que a música domina grande parte da minha vida, não há dia que passe sem ouvir música e muitas actividades acontecem ao som da música (este post acontece ao som da música).
Mas o mais interessante foi a frase que alguém me disse sobre esta minha relação com a música: "tenho ciúmes por causa da música."

É de nos deixar a pensar.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

10

No futebol há várias formas de deixar marca, alguns conseguem pelo futebol, outros por serem grandes senhores. O melhor exemplo é a junção das duas situações. Rui Costa é um exemplo vivo disso mesmo. 12 anos em Itália, 5 anos no Milan e ninguém esquece aquilo que o Maestro por lá fez:

«Sempre dissera: ‘Gostava de acabar a carreira no Benfica’. Rui Costa nunca escondeu de ninguém a vontade de pendurar as botas em casa. Em 2001, o fora-de-série aceitou vestir a camisola do AC Milan. Depois de sete anos na Fiorentina, Rui jogou cinco épocas como rossonero, vencendo uma Champions League, um Scudetto, uma Supertaça europeia, uma Supertaça italiana e uma Taça de Itália. Mas, sobretudo, o português deixou uma herança feita de paixão, emoções, assistências (mais de 50), números e classe. Os tiffosi do AC Milan seguiram-no e quiseram-no. E amaram-no do princípio ao fim. No entanto, Rui Costa não teve oportunidade de se despedir. Mas o mundo milanista está pronto a revê-lo e abraçá-lo. Terá outra camisola, o nosso Rui, mas as coisas, mesmo assim, não deixarão de estar muito nítidas. San Siro aguarda com ansiedade a hora de o ver novamente no relvado onde deu tudo durante cinco anos. A abraçar os seus antigos companheiros e amigos. Criado o mais escaldante ambiente rossonero, teremos toda a vontade de lhe dizer, mesmo que vestindo a pele do adversário: ‘Obrigado por tudo, Rui’.»

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Lágrima

Às vezes temos medo demais, medo daquilo que possam dizer de nós, daquilo que podem dizer sobre o que fazemos, medo que nos vejam frágeis, medo que nos sintam vulneráveis, medo de arriscar, medo do desafio.
Não tenho medo desses medos, não porque sou um super-herói, nem porque não os sinta, porque sinto, mas porque os admiro e os considero indispensáveis. É nessa altura que o ser humano se revela, é nessa altura que vemos que não somos só carne e osso, que temos emoções e sensações que conduzem e orientam a nossa vida, é aí que percebemos os conflitos entre o emocional e o racional.
É perante a dúvida e a incerteza que procuramos as respostas, e partimos à procura das soluções.
É com estes medos que vamos vivendo e convivendo com os outros e com a vida, é com isto que crescemos e que vamos evoluindo.
É assim que criamos afectos e ligações, que temos surpresas e desilusões, que estamos contentes e alegres assim como estamos tristes e desalentados.

São estes medos que se vão acumulando em nós, que acabam por criar pressão e agitação, que geram conflitos e afinidades, mas é com estes medos, que não controlamos ou conseguimos gerir, que quebramos. São nesses momentos que nos apoiamos na bravura dos outros, na sua capacidade de conseguir lidar com isso. São nesses momentos que nos entregamos à guarda dos outros para que nos protejam até conseguirmos enfrentar esses medos sozinhos. São nesses momentos que acabamos por mostrar a nossa fragilidade, a nossa incapacidade de lidar com tanta coisa, é aí que soltamos aquilo que não conseguimos prender mais, é aí que soltamos uma lágrima.
E uma lágrima pode trazer tanto. Alegria, tristeza, fervor, desilusão.
Uma lágrima pode significar tanta coisa, mas o mais bonito e importante é o facto de alguém se sentir à vontade para chorar ao pé de nós, simplesmente esquecer-se de tudo e libertar o seu coração numa lágrima.
É neste instante que nos libertamos de todos os medos, e que, sentindo-nos pequenos, nos tornamos gigantes.

domingo, 16 de setembro de 2007

Time for a kiss

Muita coisa podia ser dita sobre este relógio, muita coisa já aconteceu à volta deste relógio, há muita história que se desenvolveu à conta destes ponteiros e das voltas que ele dá.
O seu pico maior foi a passagem de ano, mas alguns meses volvidos ele voltou a entrar em acção, e após mais umas rondas do relógio o saldo final é este:
Sexta: 3 + 1 + 1
Sábado: 1 + 1

Quando será o novo assalto do relógio dos beijinhos?


PS: Rita és sem dúvida a maior!!!

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Há noites como esta

O André diz que as melhores cenas, são aquelas que são combinadas na hora e das quais não se está à espera que aconteçam.
Ontem à noite foi um caso desses. Não estava sequer previsto sair de casa com a febre que me atacou durante a tarde mas acabei por me deslocar até lá para ver aqueles que muitas vezes animam a minha vida.
No final do café e no palavra puxa palavra o André diz-me que tem de ir buscar o irmão ao jantar do caloiro e acedo ao seu pedido de lhe fazer companhia. Antes de irmos para Lisboa ainda fazemos uma paragem no Decas para um bebida e para buscar mais dois malucos para a viagem.
Chegados a Lisboa a primeira coisa que fazemos é comer! Uns nas roulottes outros no Mac, é também por essa altura que encontramos o Miguel e que ele me faz o favor de sorver dois terços do meu ice tea, mas pronto.
Como o Rui ainda ia demorar decidimos fazer um pit-stop no Bairro Alto, é aqui que tenho a minha primeira experiência todo o terreno, não que tenha andado em todo o terreno, mas porque pude conduzir o jipe do André pelas ruas apertadas das imediações do Bairro.
Depois de estacionado no local estratégico do costume, lá vamos à procura de um amigo deles e só o encontramos mesmo perto da quinta casa do camandro, ó catano ou caneco! Nem sequer sabia que aquela zona existia no Bairro!
Mas é uma zona sui generis e um tanto ao pouco agressiva, mas ainda assim bem frequentada.
Finalmente o Rui fica despachado e lá vamos nós, mas pelo caminho temos aquele que é, sem dúvida, o melhor encontro no Bairro.
Uma casa de pasto com uma porta meio aberta pela qual o André espreita e o respectivo proprietário aproveita para meter conversa connosco e contar muito daquilo que já foi, e que é agora, o Bairro Alto, numa lição de história impressionante, esclarecendo que a génese do mesmo foi feita com, e passo a citar, "putas, chulos, cabrões, marinheiros, políticos, jornalistas, escritores, paneleiros, ardinas, varinas, pides, chibos, linotipistas, tipos de esquerda, tipos de direita, etc..."
Fomos também brindados com também a história de que as galinhas ainda (vou voltar a citar) "fodem com o cú" e termina com uma memorável recomendação que deixo para mais daqui a pouco. Depois deste momento dificilmente poderia haver melhor, até porque o sono já estava à porta, mas eis senão que temos operação stop. Sem problema, o condutor estava 100% operacional e para demonstrar isso até deu o cartão do grupo sanguíneo ao agente!
Resolvida a troca de cartões foi soprar no balão e voltamos à estrada, para nem 5 minutos depois voltarmos a parar para nova operação stop, desta vez os documentos já estavam alinhados e o processo foi mais rápido.

Para o resto da viagem pouco mais há a contar, por isso vou deixar aquela que foi a frase da noite, referida à porta do número 65 numa das ruas do Bairro:
"Se virem um paneleiro, não olhem com desdém.
Porque se ele tivesse ovários, podia ser vossa mãe!"

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Há surpresas como esta

Há alturas em que acontece algo que não estamos à espera, daí de lhes chamarmos surpresas, mas esses acontecimentos podem ser bons ou maus, podem ser surpresas boas ou más.
Neste caso foi uma surpresa muito boa. Neste dias não tenho andado muito bem, com tosse, especturação e princípios de febre e sabe sempre bem estes pequenos mimos para espevitar e animar o espírito.
A surpresa foi simples, mas ainda assim marcante.

Perto das 19h recebo uma mensagem: "Tou na tua rua, desce"
E eu fico: "Ah? Na minha rua?"
Nova mensagem: "Sim, vá desce"

Meio incrédulo lá desço para ver se se confirmava, e era mesmo verdade! Fiquei espantado e admirado, mas contente. Entrei no carro e lá ficamos quase uma hora a falar sobre tudo, porque temos "paleio para dar e vender", enquanto admirávamos o festim de cores com que o céu nos brindava. Tivemos de terminar a conversa, pois o céu ameaçava cair em cima de nós, e como ainda queremos andar por cá mais uns tempos guardamos o resto da conversa para outra altura.

São momentos assim que nos fazem contentes!

domingo, 9 de setembro de 2007

Vodafone Sound Clash

Evento incrivelmente surpreendente!
Estava à espera que fosse bom, que houvesse animação e diversão, mas nunca nas doses industriais que acabaram por acontecer!

Foi uma sequência alucinante de artistas, de cantoria, de saltos, de gritos, de adrenalina, de confusão! Boss Ac começa a actuação às 20h30 e os GNR terminam já depois das 23h30, pelo meio tivemos Blasted Mechanism e de The Gift, em actuações impressionantes.
Todos eles estiveram impecáveis, mas fica a menção honrosa para Rui Reininho que começa por dar barraca ao (tentar) cantar com Sónia Tavares o "Fácil de Entender", mas onde acaba por dizer Fácil de Estender!! Esta falha foi colmatada na actuação dos GNR, onde os passos de twist e as palavras imperceptíveis ao micro, juntando uma t-shirt do wrestling, fizeram do final do espectáculo um momento memorável.



Um evento muito bom e que superou todas as expectativas!

Roda Fundeira

Depois de ver os planos furados, há que fazer pela vida, e num reencontro com amigos surgiu uma proposta tentadora, um jantar beleza no Sabugo e depois concerto de Quim Barreiros!

Foi também nesse grande jantar que se começou a desenhar a semana na Roda Fundeira, e que semana! Combinada em cima do joelho, sem saber muito bem quais os planos, sem saber muito bem com quem contar, mas no final tudo se recompôs e fomos para a aventura.

Há muita história e muita recordação que trago dessa semana, foi um final de férias impressionante e que guardo com muito carinho esperando que no futuro se possa repetir.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Travis - "Closer"

I've had enough of this parade.
I'm thinking of the words to say.
We open up unfinished parts,
Broken up, it's only love.

And when I see you then I know it will be next to me
And when I need you then I know you will be there with me
I'll never leave you...

Just need to get closer, closer,
Lean on me now,
Lean on me now,
closer, closer,
Lean on me now,
Lean on me now.

Keep waking up (waking up), without you here (without you here).
Another day (another day), another year (another year).
I seek the truth (seek the truth), we set apart (we set apart)
Second glance, a second chance.

And when I see you then I know it will be next to me
And when I need you then I know you will be there with me
I'll never leave you...

Just need to get closer, closer,
Lean on me now,
Lean on me now,
closer, closer,
Lean on me now,
Lean on me now (lean on me now).

And when I see you then I know it will be next to me
And when I need you then I know you will be there with me
I'll never leave you... just need to get...

Just need to get closer, closer,
Lean on me now,
Lean on me now,
closer, closer,
Lean on me now,
Lean on me now (lean on me now).

closer, closer... closer, closer.

Balanço e Futuro

Estas férias foram sem dúvida marcantes, digo isto por vários aspectos, mas principalmente porque sinto que foram umas boas férias. Provavelmente as últimas belas férias de mês inteiro sem saber o que me espera.

Foram umas grande férias com grandes e bons momentos, mas olhando para trás talvez as trocasse pelo canudo que tanto trabalho e dor de cabeça me tem dado e ainda vai dar!

Agora acabou-se o descanso e a moleza, vai começar o trabalho sério e duro, não há mais margem para falhas e erros, não há mais o facilitismo de deixar para se fazer para o ano. É agora ou nunca!
A tudo isto junta-se a necessidade de iniciar um percurso profissional mais sério, se possível dentro da área.
Com tudo isto a responsabilidade aumenta, os planos começam a ser bem definidos e o cronometrados, pouca margem para brincadeira.

Começa uma nova fase.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Hosróscopos

Estava sem mais nada para fazer quando decido ler o horóscopo, nunca se sabe o que dali pode advir, até pode dar jeito nalguma coisa. Dizia então que a minha carta predominante era o Ás de Copas.
Fiquei espanto, nos outros havia damas, valetes, mas no meu era logo um Ás. O Ás de Copas.
Achei engraçado, pode ser que seja um sinal de algo de bom e positivo para estes dias.

Outra coisa engraçada que li noutro horóscopo era o seguinte: "No amor tente colocar-se na posição dos outros."
Achei engraçado porque é algo que nunca se faz, temos sempre a tendência a ver as coisas sempre na nossa perspectiva e nunca na dos outros.
Talvez fosse bom deixar o nosso umbigo de parte e perceber o que se passa do outro lado. Nem todas as pessoas são transparentes, nem sempre deixam revelar tudo aquilo que têm por dentro, mas uma simples inversão de papéis pode fazer com que percebamos imediatamente aquilo que a pessoa sente, o porquê das suas reações e acções.

Depois desta pequena incursão há coisas que mudam de figura e que fazem mais sentido, é preciso é querer perceber o que se passa do outro lado do espelho.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Bolonha + IST = Trapalhada

A mudança para Bolonha adivinhava confusão, as coisas tinham de entrar em vigor e as faculdades tinham de se adaptar rapidamente, não posso dizer que o Técnico não fez esse esforço, mas apesar de parecer tudo muito bem delineado e preparado, ficou tudo pela aparência. As coisas ditas num dia e desmentidas no outro, os ses que se ponham às várias possibilidades e opções acabaram por reger a parte final do segundo semestre do ano anteiror.
Passámos um semestre e meio sem qualquer informação e de repente levamos com uma rajada de informação e alguma que punha em causa opções e planos tomadas nos inícios dos semestres.
Ainda assim continuei com o plano traçado sempre na ideia que "as expectativas dos alunos que ingressaram antes de Bolonha não podem ser frustradas".
Foi nisto que parti de férias, nisto e na incerteza sobre o futuro.
Regresso de férias e a informação ainda é nula, até que recebo um mail com a informação sobre as inscrições neste ano lectivo e a bomba surje: "Todos os alunos que não tenham concluído o 1º ciclo estarão impedidos de inscrição na unidade curricular de Dissertação/Projecto."

Este é o meu caso. Pode dizer-se que foi mau planeamento, já devia ter feito as cadeiras. É verdade, não nego isso, mas não foi neste pressuposto que entrei para o curso nem que fui fazendo as cadeiras.
Há pouco a fazer, a desilusão é grande, é mais um ano de faculdade, mais um ano de propinas, mas espero que seja só um ano de Dissertação já a ser feito numa empresa ou instituto.

O problemas é que estas informações podiam vir a tempo de mudar alguma coisa, e não a 30 de Agosto de 2007.

Agora é trabalhar a sério para fazer o que há muito já devia estar feito, assim como perceber como é que querem que depois disto ainda tenha de fazer mais cadeiras!
Isto já não é um curso, nem um mestrado é quase um emprego. O patrão gosta tanto de mim que me quer por lá mais um ano.

Um dia bonito

O dia começou risonho e solarengo, pelo menos era o previsto na metrologia porque eu só acordei por volta das 13h, altura em que me lancei novamente na aventura de conseguir por o novo modem/router a trabalhar.
Essa tarefa foi interrompida para almoço e retomada ligeiramente de tarde. Foi novamente interrompida para ir buscar a minha mãe e irmos ver uns roupeiros jeitosos aqui para o quarto. No Ikea escolha é o que não falta e para amenizar a tarefa vai um gelado para ajudar na decisão. Depois de visto vários exemplares, de tiradas todas as medidas, de analisadas as opções, estilos e feitios, a escolha ficou tomada. Falta agora ir lá com uma viatura mais capaz de trazer tamanha estrutura.
Ao chegar a casa e depois de já conseguir ter o modem ligado ao pc, embora não consiga entrar na página de administração, acontece um estrondo debaixo da janela. Esse estrondo indicia uma colisão entre duas viaturas, uma que estava a sair do estacionamento e outra que ia a passar, o estrondo foi grande, assim como o aparato nas duas viaturas, mas esta não seria a maior animação nesta rua. Essa ficou reservado para às 21h30, altura em que me consigo ligar ao modem através das dicas dadas por um tipo na net que contradiziam tudo aquilo que o manual me indicava. Acho que vou usar o manual para papel higiénico.
Nesta altura oiço um estrondo lá fora e ao abria a janela só vejo polícias por todo o lado! Passado um pouco a parte da curva das traseiras da minha casa tinha virado uma zona vedada pela polícia, zona na qual estava o meu carro e ao aquilo eu não podia aceder.
Tudo isto porque tinha havido uma perseguição, que o jornalista do Correio da Manhã descreve bem melhor que eu (é para isso que lhe pagam!):

Às dez da noite de segunda-feira dois elementos da PSP, vestidos à civil e numa viatura descaracterizada, deitaram a mão a um rapaz de 20 anos – um dos dois responsáveis por vários roubos através de carjacking e com ameaça de arma de fogo. O segundo ladrão conseguiu fugir.

O Audi A3 cinzento em que os suspeitos circulavam – roubado em Almada – foi avistado pelos agentes na freguesia de São Brás, na Amadora. Os polícias iniciaram rapidamente um seguimento discreto com o objectivo de apanhar o duo de ladrões.

Quando os suspeitos, de 16 e 20 anos, se preparavam para estacionar o carro no Casal da Boba, foram confrontados – tal como o CM ontem noticiou – pelos elementos da PSP. Apanhados de surpresa, iniciaram uma fuga alucinante, chegando a circular em cima de passeios, colocando pessoas em perigo. Quando foram encurralados pelo veículo da PSP, os suspeitos reagiram com uma tentativa de atropelamento aos agentes. Sem sucesso e depois de baterem com o carro decidiram abandonar o Audi A3 e continuaram a fugir a pé.

O condutor corria desenfreado apontando uma pistola BBM de calibre 8mm aos agentes. Por segurança e antes que fossem baleados, os agentes à paisana dispararam para o ar, na tentativa de os obrigar a terminar a fuga. Sem resultados, os elementos da PSP viram-se obrigados a disparar em direcção às pernas do condutor.

O tiro acertou-lhe na nádega esquerda, mas mesmo a sangrar e ferido o suspeito continuou a correr e escondeu-se junto a uma zona de canaviais e barracas. Em poucos minutos foi apanhado. Segundo fonte policial, o segundo suspeito ainda está a monte.

O detido foi encaminhado para o Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) onde foi submetido a uma cirurgia, tendo sido necessário ficar internado. Quando tiver alta hospitalar será ouvido no Tribunal de Instrução Criminal, em Lisboa.

O duo é ainda suspeito de ter assaltado duas pessoas com recurso a arma de fogo, na zona das freguesias do Rêgo e Campo Grande, em Lisboa, pouco antes de ser interceptado pela PSP.

Após a detenção foram apreendidos um telemóvel, a pistola com que ameaçaram os agentes, o Audi A3, um GPS, dois computadores portáteis com a respectivas malas e três meias de vidro usadas para disfarce.
Como podem ver foi um dia bonito, onde consegui instalar o Windows Vista enquanto havia tiros e nádegas a sangrar debaixo da minha janela.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Depois da indignação, o agradecimento

Não fazia férias com os meus pais há três anos, mas daquelas férias a sério, não é passeios nem fim de semana na praia.
Apesar de todas as dores de cabeça que eles me conseguem dar, tinha saudades de um tempo assim, de estar algum tempo com eles.
Com o passar dos anos, e o aumentar das responsabilidades, os passeios passaram a ser menos regulares e algumas coisas foram-se perdendo e momentos como este são importantes para reavivar muitos desses momentos e de estreitar ainda mais aquilo que nos liga.

Foram uns bons dias e ainda tenho de lhes agradecer ainda mais pela facilidade com que me deixaram (foi mesmo deixar) ir a semana passada até à terra do Miguel. Depois das dificuldades do Algarve, veio a facilidade da Roda Fundeira (os pais são mesmo estranhos...)

A família não se escolhe, muito menos os pais e, apesar de todos os conflitos geracionais, eles fazem aquilo que julgam ser melhor para nós e para a nossa felicidade e eu agradeço aos meus por isso.

Informático II

A formatação correu bem, muito mais rápida e eficaz. O Vista é rápido e visualmente bonito. O meu modem é que parece ser uma bela treta porque não funcionou, apesar das várias tentativas. Como o Vista não suporta o meu antigo modem tive de regredir de novo para o XP para puder ter net e tentar resolver esse problema. Esperam-se novidades em breve.

sábado, 1 de setembro de 2007

Informático

Ao ser-se informático os nossos serviços são bastante requisitados, nomeadamente para resolver problemas graves e fazer formatações e instalar novamente sistemas operativos.
Mas o problema é quando o problema está dentro de casa, ao regressar de férias constato que o meu computador está extremamente lento e estúpido para toda a qualquer função que faça.
Por isso vai tudo abaixo e vou fazer a transição para o Vista. Vamos ver como vai correr, pois isto das formatações já se sabe como é, ainda por cima com modem novo.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Timbaland - "The Way I Are"

I ain't got no money
I ain't got no car to take you on a date
I can't even buy you flowers
But together we'll be the perfect soulmates
Talk to me girl

Oh, baby, it's alright now, you ain't gotta flaunt for me
If we go there, you can still touch my love, it's free
We can work without the perks just you and me
Thug it out 'til we get it right

Baby if you strip, you can get a tip
'Cause I like you just the way you are
(I'm about to strip and I want it quick
Can you handle me the way you are?)
I don't need the G's or the car keys
Boy I like you just the way you are
Let me see ya strip, you can get a tip
'Cause I like, I like, I like

I ain't got no Visa
I ain't got no Red American Express
We can't go nowhere exotic
It don't matter 'cause I'm the one that love you best
Talk to me girl

Oh, baby, it's alright now, you ain't gotta flaunt for me
If we go there, you can still touch my love, it's free
We can work without the perks just you and me
Thug it out 'til we get it right

Baby if you strip, you can get a tip
'Cause I like you just the way you are
(I'm about to strip and I want it quick
Can you handle me the way you are?)
I don't need the G's or the car keys
Boy I like you just the way you are
Let me see ya strip, you can get a tip
'Cause I like you just the way you are

Baby girl, I don't got a huge ol' house I rent a room in a house
Listen baby girl, I ain't got a motorboat but I can float ya boat
So listen baby girl, once you get a dose of D.O.E. you gon' want some mo'
So listen baby girl, when I make it I want you back, want you back, yeah

Cirurgia plástica

Neste Natal fui prendado pelos meus caros amigos Catarina e Paulo, com um utensílio bastante engraçado e bastante útil.
O nome do artigo é "Mama Louca" e serve para treino no despiste do cancro da mama.

É claro que o meu afilhado lhe achou bastante graça e decidiu começar a brincar, mas como ainda é novo não sabe que tem de se tratar o corpo da mulher com cuidado e carinho, mesmo que não seja a sério, pois isto reproduz fielmente os aspectos do físico feminino.
Com o excesso de brincadeira acabou por causar estragos e feriu a mama, tendo que esta ser colocada em lista de espera para uma cirurgia que pudesse reparar os estragos.
Como se sabe neste país as listas são grandes e o privado é bem caro, por isso 5 meses depois foi admitida para o bloco de onde saiu passado 15 minutos.

O problema foi totalmente reparado, mas como a cirurgia foi feita pela caixa, o trabalho foi feito apenas para safar.
Neste momento encontra-se em recuperação, recuperação que será lenta e dolorosa, mas continua funcional e o mais importante é isso.

Em breve as fotos do pós-operatório, agora por respeito vamos deixar-lá recuperar em tranquilidade.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Um país, dois sistemas

A China tem uma crítica apontada a si como sendo um país com dois sistemas. Essa crítica refere-se aos sistemas políticos vigentes, mas o mesmo pode ser aplicada a Portugal, não a nível de sistema político mas de sistema social.
Portugal é um país com várias realidades sociais e nestas férias tive oportunidade de puder testemunhar isso por mais que uma vez.
Alguns dos factos são conhecidos e não são novidade, mas passando pelas realidades é a única forma de nos apercebermos realmente das diferenças e discrepâncias.

Basta passar a placa de Vilamoura para entrarmos num local diferente, bem diferente do resto da paisagem. Um local desenhado para o turismo de luxo e internacional, onde o português tem de jogar ao mesmo nível ou então serve como mão-de-obra.
Não critico a opção, é uma ajuda para a imagem do país e para a dinamização da economia, mas é um imenso contraste em relação a Portimão.
Em Portimão o turismo já é mais nacional, mas a preocupação ambiental e sobretudo arquitectónica é nenhuma. Constrói-se sem nenhuma ordem nem harmonia prédios gigantescos junto à praia, cada um diferente do outro, cada um mais feio que o outro.
E estando o centro, que é como quem diz as imediações da praia da Rocha, cheio, a expansão acontece para o interior com a mesma desordem e confusão das construções junto da praia.
No meio disto temos um Allgarve de extremos, aquele que se alimenta do turismo de luxo, e que nem parece ser português, e aquele que vive do turismo nacional ou do turismo internacional de baixos rendimentos, para esse não é preciso organização, basta haver sol e o resto vai-se arranjando.

Comer e Dormir

Há duas coisas que adoro fazer e que me vou aprimorando ao longo do tempo, como é fácil de adivinhar, essas duas coisas são comer e dormir!

Estes duas vertentes são especialmente importantes num tempo de férias como este, pois são coisas que normalmente fazemos a correr, ou fazemos pouco e nas férias podemos fazer com mais calma e tempo e assim desfrutar em pleno. Sou um especialista reconhecido há 23 anos e ainda assim adoro fazer e continuo a aperfeiçoar essas belas artes que escondem um poder impressionante, pois não há nada que consiga perturbar quando estou a executar uma das tarefas com afinco.

Se estiver a comer não há nada que me consiga retirar dessa função, nem mesmo se estiver extremamente ensonado, a hora da refeição é uma hora sagrada e por isso deve ser respeitada integralmente.

Se estiver a dormir sou igualmente imperturbável, há que descansar em condições para que se recupere toda a energia e por isso qualquer outra actividade é de ignorar. Mesmo acordando com fome, é virar para o outro lado e voltar a dormir.

Mas como tudo na vida, há um positivo e negativo, e estas duas actividades têm algo que consegue perturbá-las de forma inequívoca.
O ponto fraco destas actividades é uma bexiga cheia, perante esse facto, o prazer que retiras das actividades não é o mesmo, por isso nunca subestimes o poder de uma bexiga cheia!

domingo, 19 de agosto de 2007

Indignação

É de forma inesperada e abrupta que terminam as minhas férias deste ano. Nesta altura devia estar a desfrutar, novamente, do belo sol e praias do Algarve, mas o controlo parental foi exercido, e de forma bastante forte e apertado limitando essa experiência.

Infelizmente, os meus pais continuam a ver-me como uma criança que lhes tem de pedir autorização e permissão para qualquer passo que dá. Até percebo parte da questão, vivo debaixo do tecto deles, tenho de lhes dar algumas satisfações, mas não estava à espera que houvessem restrições de maior.

O mais irritante e enervante acabam por ser as justificações que dão, não sou uma criança de 8 anos a quem se diz que não é não e ele consente. Acho que é preciso algo mais para justificar tamanha castração. Infelizmente, o facto de ser filho único aumenta este controlo, o fervor de pais galinha é maior e há sempre complicações em coisas simples. A primeira resposta é sempre não, e por isso o trabalho começa bem antes para poder evitar essas situações.

Não percebo o que lhes passa pela cabeça julgando que posso faltar a compromissos como quem perde um autocarro, pois a seguir passa outro, mas o problema é que às vezes não há outro! São pais e a função deles nem sempre é perceptível a nós, mas há coisas que passam os limites do razoável e do perceptível!

terça-feira, 31 de julho de 2007

David Fonseca - "Superstars"

Your heart is broken
And you don't seem to mind
I guess it happened
A little too many times, too many times

You tried and you've got tired
Those long half-written stories
You held a fire
Right under the snow

They don’t, they don’t
How could they really know, they don’t
They don’t how it really feels
They’re just here on holidays
Like (dummies ville) landscapes
How could they see you cry
Do you remember me
I was the one that held you through
I held the spotlight when you did that crazy dance
I danced with you, I felt like superstars do
Me and you
We're just like superstars

I was around you
You couldn't really tell
I held you close while
While you drove you just drove into hell, you know

A kind of hurt that binds
A light that loves you blind
And while your feet go
They go deeper in the sand
You wait and drown
You're waving to the crowd, that sits
But they don’t know how it really feels
They're just here on holidays
Like (dummies ville) landscapes
How could they see you cry
Do you remember me
I was the one that held you through
I held the spotlight when you did that crazy dance for me

Yeah you did that crazy dance
You did that crazy dance for me

Did that crazy dance, did that crazy dance...

'Cause they don't know how it really feels
They’re just here on holidays
Like (dummies ville) landscapes
How could they see us cry
Now do you remember me
I was the one that held you through
I held the spotlight when you did that crazy dance for me
As I danced with you, I felt like superstars do
Me and you
We're just like superstars

Danced with you, just like superstars do
Me and you
Just like superstars

sexta-feira, 27 de julho de 2007

AASM

O objectivo do projecto da cadeira de Agentes Autónomos e Sistemas Multi-Agente era construir uma equipa de agentes inteligentes para o jogo Counter Strike.

O Counter Strike é um jogo do tipo “First Person Shooter” que confronta duas equipas com objectivos antagónicos. Uma das equipas, os terroristas, tem como missão colocar uma bomba em locais específicos do mapa. Por seu lado, a outra equipa, os contra-terroristas, tem como missão impedir os terroristas de conseguirem detonar a bomba, desactivando-a atempadamente ou impedindo que esta seja colocada.
Os vários jogadores têm à sua disposição diversas armas que podem usar para eliminar os elementos da equipa adversária. De notar que a opção de fogo amigo estará activada pelo que um jogador pode ferir membros da sua equipa.

No final do semestre foi realizado um torneio que confrontou as várias equipas
desenvolvidas pelos alunos. Este torneio foi disputado em duas fases distintas. Uma
primeira fase onde as equipas foram agrupadas em grupos de 4 ou 5 e se confrontaram entre
si, dentro do mesmo grupo. A uma segunda fase foi decidida por eliminatórias até aos
dois confrontos finais para decidir os primeiros 4 classificados. Passaram à segunda fase
as equipas mais bem classificadas nos grupos da primeira fase.


Aqui ficam os resultados desse torneio:
Primeira Fase


Segunda Fase


A equipa tagus9 é composta pelos alunos :

48288  José António de Mello Gonçalves
51439 Pedro Ricardo Rodrigues da Slva e Pina Loureiro
53004 Ricardo Teixeira Magalhães

O resultado do torneio, corresponde a um bónus na nota final do meu projecto, de um valor e meio. Nada mau!

Numa bela tarde de praia...

...houve acontecimentos em 5 minutos que marcaram completamente todo o dia.
Após esperarmos para que alguns miúdos se fossem embora para tomarmos o espaço que ocupavam, começamos a dar uns toques na Fervernova do André. Eis que é também nessa altura que um Rottweiler decide entrar no jogo, mas ele fez batota, jogou com os dentes e por isso furou a bola.
O dono do cão fez o papel de árbitro e chamou à atenção do canino, que não muito importado com o raspanete decide virar costas. O dono atira-lhe a bola para o chamar à razão, mas a bola caprichosamente não acerta no cão, mas sim em mim.
Como se não bastasse isto, o canino decide ainda prendar-nos com uma bela obra de arte vinda do seu traseiro, empestando o local onde estávamos.
Depois de este pequeno momento que pôs toda a praia a olhar para nós, o André decidiu falar com o dono do cão a respeito da bola furada, ao que recebe em troca uma Finale Sportivo.

Apesar da mordida do cão, da bola quase a tirar-me a capacidade de gerar filhos, da bosta mesmo perto das toalhas, o saldo foi positivo.
O André ganhou uma bola nova, fez par comigo na Sueca e ganhamos 9-1 e no fim do dia ganhou 4 euros, tendo eu achado um euro no chão.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Criança

Há quem diga que temos uma criança dentro de nós, e que vai surgindo em várias alturas da nossa vida. Eu acredito que sim, pois hoje essa criança revelou-se de forma bastante clara e inequívoca.

Com 23 anos, um mês e 3 dias, dei por mim com outras seis pessoas a jogar à Sirumba numa das ruas do Casal, indiferentes aos carros, as pessoas e à ventania que é normal haver.

É preciso dizer mais alguma coisa? Acho que não.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

António Variações - "Canção do Engate"

Tu estas livre e eu estou livre
E há uma noite para passar
Porque não vamos unidos
Porque não vamos ficar
Na aventura dos sentidos

Tu estas só e eu mais só estou
Tu que tens o meu olhar
Tens a minha mão aberta
À espera de se fechar
Nessa tua mão deserta

Vem que o amor
Não é o tempo
Nem é o tempo
Que o faz
Vem que o amor
É o momento
Em que eu me dou
Em que te dás

Tu que buscas companhia
E eu que busco quem quiser
Ser o fim desta energia
Ser um corpo de prazer
Ser o fim de mais um dia

Tu continuas à espera
Do melhor que já não vem
E a esperança foi encontrada
Antes de ti por alguém
E eu sou melhor que nada

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Controlo

No que se baseia o controlo?
Na capacidade de dominarmos os acontecimentos. No sentimento de que comandamos as situações.

Mas será que existe mesmo controlo, ou não acaba por ser uma ilusão?
Sentimos que controlamos as coisas, mas é ao ter esse sentimento que nos apercebemos que as coisas fogem do nosso controlo, é nessa altura que vemos que não controlamos nada e que até somos nós que somos controlados.
Ao julgar que dominamos os acontecimentos, é que nos apercebemos que os acontecimentos estão fora de controlo e se desenrolam de forma inesperada. É aí que nos apercebemos que o controlo é uma ilusão, algo que gostamos de acreditar e que gostamos de pensar que existe.

Há factos na vida que nos surpreendem e nos espantam, há factos que compreendemos e outros que não compreendemos, há coisas que fazem todo o sentido e há coisas que não fazem sentido nenhum.
Mas a vida é assim, os momentos, as realidades vão-se sucedendo e não são feitos à medida da nossa compreensão, as coisas acontecem não para que as percebamos e sejam verdades absolutas na nossa vida, mas acontecem porque tem de acontecer, independentemente daquilo que possamos, ou não, fazer para as evitar ou controlar.

A nossa percepção, capta apenas uma pequena parte da realidade, aquela que conseguimos compreender, ou aquela que queremos compreender. É essa realidade amostrada, que depois adaptamos à nossa realidade, tornando-se assim a nossa percepção daquilo que é a realidade, mas sem nunca ser a realidade total.
É nessa realidade limitada que acabamos por estar e onde acabamos por viver. É muito complicado ter a percepção de toda a realidade, até porque isso implica perceber o funcionamento e os pensamentos daqueles que dela fazem parte, e isso é a incógnita mais difícil de decifrar.

Não digo que a nossa vida seja uma ilusão e que não haja forma de controlar e contornar as coisas, digo é que muitas vezes a realidade que temos criada na nossa cabeça, acaba por não se reflectir verdadeiramente.

Momentos Anhados

Palavras para quê...

terça-feira, 17 de julho de 2007

Ainda sobre anúncios

Na sequência de um post anterior sobre anúncios, deixo aqui alguns anúncios daquele que foi considerado em Cannes como "Advertiser of the year", a Honda.









Acho que dá para perceber porquê.


Menção honrosa para a Nike com este vídeo (brilhante comentário de Jonh McEnroe no final!)



Para todos os vídeos basta ir ao site do festival.

Aquilo que é precioso

Nos dias que correm existem várias tentações, vários desejos para saciar as necessidades quotidianas, todos vivem numa correria sem fim, à procura de algo, ou à procura de nada. Muitos perdidos, outros absorvidos por este tipo de vida.

No meio disto tudo perde-se aquilo que de mais precioso temos. Tempo.

Tempo é o bem mais precioso que podemos ter, e que de forma nenhuma o podemos comprar. Tempo surge de forma natural, ou através da nossa disposição para o criar.
Não há outra maneira de criar tempo, tempo de qualidade, tempo para viver e para conviver.
O tempo está sempre lá, vive e convive entre nós. Muitas vezes está todo contado e cronometrado, noutras nem sabemos o que fazer dele. É nesse tempo que se desenrola a nossa vida e as nossas acções, é com tempo que se constroem relações, amizades, conhecimentos, sabedoria, alegria.
É com tempo que se faz tudo, cabe a nós saber o que fazer com esse tempo.

Cada dia mais me apercebo do desperdício que faço de tempo, mas ao mesmo tempo vejo como também sei aproveitar bem esse mesmo tempo. Ainda assim sinto que não tenho tempo para tudo o que queria, nem dou o tempo devido a muitas coisas.

Neste tempo de férias que se avizinha, vou tentar dar tempo ao tempo, para que tudo de bom na minha vida seja fruto do tempo dado e dedicado às coisas.

tx - Simpsons version


Esta seria a minha pessoa, caso fosse um personagem dos Simpsons, não sei se está muito parecida, mas consigo identificar alguns traços, sobretudo nos óculos nerd.

Se quiseres criar o teu personagem Simpson, basta passar pelo site oficial do filme aqui.

Se não sabias que iria haver um filme dos Simpsons, não mereces o ar que respiras, mas ainda vais a tempo de sobreviver. Aproveita e espreita o trailer.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Não tenho amigos...

Normalmente uso esta frase, mas muitas vezes é a brincar. Não pensei é que o YouTube usasse isso contra mim...


Acho que vou ali para um canto chorar...

Aprender como se vêm até à...

Ainda te lembras disto?

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Gosto deste anúncio

Gosto deste anúncio, talvez por também estar sempre a ouvir música e a cantar enquanto conduzo, não sei, só sei que gosto!

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Frendship is defined in the simplest of moments

Sinto-me especial na vida de várias pessoas, ainda bem que assim é. Há uns tempos talvez não pudesse dizer o mesmo, mas para além de o puder dizer, o mais importante é que o sinto.

Mas é uma situação complicada de gerir, como conseguir chegar a todos, como conseguir alicerçar e fazer progredir todas essas amizades? Como conseguir saber a situação de todos? Como conseguir identificar todos os pedidos de ajuda, e desses quais os prioritários? Como conseguir ajudar todos?

Muitas questões e poucas respostas... Vou fazendo o que posso e o melhor que sei, mas às vezes fica o sentimento que podia ter feito melhor, podia ter chegado mais longe. Ás vezes não passa só por nós, não podemos adivinhar o que passa pela cabeça de todos nem vamos andar sempre em cima das pessoas. Devia haver uma sintonia telepática que nos notificasse quando algo estivesse errado.

Gostava de puder ter mais tempo com todos eles, muitas vezes estamos juntos, mas não falamos do que é importante, nem do que nos preocupa. O mundano também é importante, mas nem sempre é o essencial.

Não sou o amigo perfeito, não vou ser, nem quero ser. Quero sim, ser o amigo que quando é preciso está lá!

Há falhas como esta

Na minha longa experiência com sistemas informáticos, já lidei com vários tipos de erros e falhas, mas esta nunca tinha visto:



Acho que para este sistema, já não há salvação...

terça-feira, 10 de julho de 2007

"A Spyker dispensou os serviços de Christijan Albers com efeitos imediatos."

Depois de erros como este não era difícil!

Não faria o Tiago Monteiro um melhor trabalho?

domingo, 8 de julho de 2007

Os Três Mosqueteiros

Foi identificada a data: 18 de Março de 2007.
Mais uma data a marcar para futuras celebrações. Data na qual se formaram Os Três Mosqueteiros!
Depois do Conclave, do TnT, M&M, Consílio e Cavaleiros Negros, surge mais uma trupe de respeito.
Tenham atenção porque esses indivíduos são perigosos e extremamente mortíferos quando estão juntos! Basta perguntar pelo Arthos, Porthos e Aramis em qualquer lado e ver a reacção!

sábado, 7 de julho de 2007

És a maior (tamos a anhar!)

Neste belo dia verão, fomos com o Pedro Castelo para a Costa!
Com o Vítor a anhar à grande, com frases magnificas como estas: Curtir toda a gente curte, nem que seja a moca!
Depois um grande jantar, já quase às 23h, sendo mais uma ceia, tivemos a bombar que nem uns malucos.

Depois viemos anhar à grande no carro do Edgar, sendo que agora são horas de ir dormir, mas não vou sem antes dizer: Rita és a maior, a maior da tua aldeia! =)

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Metallica - Fotos, Factos e Sons

Fotos





Factos
  • This is the fifth time Metallica has played in Portugal. They previously performed in Portugal in 1993, 1996, 1999, and 2004.
  • This was the first time Ride the Lightning was performed in Portugal. The last time Ride was performed was on October 17, 2004 in Washington D.C.
  • This was the second time The Memory Remains was performed in Portugal. The last time Memory was played in Portugal was on July 16, 1999 at the Super Rock Festival and the last time Memory was performed was on November 22, 2004 in Salt Lake City, UT.
  • This was the first time in 18 YEARS that …And Justice For All was played in full. It was last performed in October of 1989 in Sao Paulo, Brazil.
  • This was the first time in 9 YEARS that the full version of Am I Evil? was performed. The full version was last performed on November 24, 1998 in New York City. The last time the song has been performed in any capacity was on May 1, 2004 in Cincinnati, OH.
Sons

terça-feira, 3 de julho de 2007

A verdade inconveniente

Entre 3 e 14 de Junho de 1992, no Rio de Janeiro, decorreu a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento - conhecida como a Cimeira da Terra. A reunião tinha como objectivo decidir quais as medidas a tomar para diminuir a degradação ambiental e preservar a vida das gerações vindouras.

A certa altura, uma rapariga de 12 anos vinda do Canadá, Severn Cullis-Suzuki, dirigiu-se a todos que estavam presentes. O discurso foi extremamente marcante e ao mesmo tempo duro e indicador de tudo aquilo que está mal e que deve ser feito para alterar esses erros.
No fim muitos aplaudiram o discurso de Severn, outros, talvez marcados pela verdade e consumidos de culpa, abandonaram o recinto.

Podemos continuar a tentar mudar o mundo, mas se as grandes potências nada fizerem, vai ser apenas uma gota no oceano.
É uma mensagem forte e impressionante. Infelizmente, 15 anos depois, poucas coisas mudaram e o discurso continua tão actual como quando foi feito.

Dance, Monkeys , Dance!

No fundo somos mesmo macacos, mas há uns mais macacos que outros...

Sabugo

Sueca, bolachas, mensagens, bebida, toques na bola, virtua tennis 3, PES 6, pingue-pong, futebol 2 para 2, passadeira, tremoço, trança, bola de carne, virtua tennis 3, PES 6, passadeira, Cebola Mol, cerveja, trivial, dormir, acordar e voltar a dormir, regressar a casa.

O comum nisto tudo: Diversão, alegria, amizade e muito anhanço!